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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Eu aviei, ele não ouviu 2

Spice Sex Shop - Franquia de Sex Shop
O dia foi longo para mim, sai varias vez no portão para ver se via o Carlos, mas não o vi nem uma vez, aquele dia estava chovendo, eu por minha vez fiquei imaginando aquele pouco tempo que ficamos juntos não tirava este momento da cabeça, ai percebi o quanto estava apaixonada por aquele homem que me fez gozar naquele dia. Meu marido Osmar chegou do trabalho e depois que jantamos, ele me perguntou se havia algo errado comigo, eu respondi que não havia nada de errado, então ele falou que eu estava meio quieta e estranha e que parecia que algo havia acontecido. Naquela noite fizemos amor, só que eu não tirava o Carlos do pensamento estava ali com o meu marido, mas na realidade queria que fosse o Carlos. O meu marido adorou a noite, pois no dia seguinte assim que ele foi sair para o trabalho ele me disse que tinha sido uma noite maravilhosa e que eu estava muito fogosa, mas o que ele não sabia é que eu tinha ficado daquele jeito porque o tempo todo fantasiei o Carlos ali comigo.
Passaram dois dias sem eu ver o Carlos, estava ansiosa para vê-lo, queria sentir o cheiro daquele homem novamente, queria estar perto dele era uma coisa estranha que eu estava sentindo nunca havia passado por isso só sentia que deveria estar com ele tocá-lo sentir o seu cheiro, seu gosto, queria aquele homem dentro de mim. Na sexta-feira mais ou menos umas 9hs da manha eu estava em frente de casa quando o vir chegar, ele me olhou com uma cara de quem queria me devorar, só não fui ao encontro dele porque havia algumas pessoas que estavam ali na rua, tive que me segurar, dei um sinal para que ele me ligasse e ele me acenou que ligaria. Passou o final de semana e não recebi nenhuma ligação dele, quando foi na segunda-feira o meu celular tocou era umas 8hs da manha quando atendi era o Carlos, ele me disse que queria me ver e que tinha que ser naquele dia, respondi que só poderia sair depois do almoço, então marcamos de nos ver às 13h. Assim que o meu marido foi para o serviço depois do almoço tomei um banho coloquei um vestido me produzir toda e fui ao encontro do Carlos, se encontramos numa praça já na saída da cidade, quando entrei em sua caminhonete Carlos partiu para uma cidade que fica próxima a nossa e na rodovia a vários motéis então Carlos entrou em um deles, ao chegarmos ele me beijou enfiando sua língua dentro da minha boca e eu correspondi, nos beijamos loucamente ele foi tirando o meu vestido me deixando só com a calcinha, beijou o meu pescoço desceu para os meus seios passando a ponta da sua língua e sugando um bico de cada vez, eu estava completamente entregue para aquele homem que a cada caricia sua me arrancava suspiro de desejo, Carlos me deitou na cama e retirou a minha calcinha delicadamente e com sua boca veio se aproximado da minha buceta, quando seu lábios tocou nela quase tive um orgasmo, sua língua passeava pela minha buceta em toda sua extensão me deixando louca era uma sensação que jamais havia experimentado sua boca sugava o meu clitóris fazendo que minha buceta ficasse com espasmo eu estava delirando com sua boca ali me chupando, Carlos enfiou sua língua para dentro da minha gruta não agüentei agarrei em sua cabeça e forcei para que aquela língua fosse mais fundo dentro de mim e gozei alucinadamente em sua boca um gozo forte um gozo que estava guardado dentro de mim, Carlos continuou a me lamber sugando todo o suco que eu havia soltado. Assim que terminou de me chupar ele subiu em cima de mim e me beijou fazendo que eu também sentisse o gosto do meu gozo, Carlos me disse quanto tempo estou esperando este momento e agora que esta acontecendo quero aproveitar cada segundo ao teu lado e nunca mais deixar você escapar de mim, deste momento para frente você será minha para sempre, sentir o seu gosto e adorei e você será minha mulher de agora em diante. Carlos tirou sua camisa e sua calca ficando apenas de cueca olhei para o seu volume e vi que era muito grande, mesmo por debaixo da cueca, quando ele tirou ai vi o quanto era maior e mais grosso que o do meu marido, levei minha Mao e segurei fazendo um movimento de vai e vem, Carlos deu uma gemida e empurrou a minha cabeça de encontro ao seu pinto fazendo com que eu o chupasse coloquei minha boca em sua cabeça e passando a língua em volta dela arrancando gemidos de prazer dele, ele forçou para que o seu pinto entrasse mais na minha boca fazendo com que eu quase engasgasse, pois ele era enorme continuei ali chupando ele inteiro desci minha boca ate as suas bolas e suguei uma a uma e depois voltei para a cabeça, aquele pinto havia ficado mais duro e grosso com os meus carinhos, enquanto Carlos enfiava seu dedo em minha buceta que estava completamente encharcada, continuamos naquelas caricias quando ele tirou o seu pinto da minha boca e disse agora vou te fazer sentir uma verdadeira fêmea, ele pegou o seu pinto e colocou na entrada da minha gruta deu algumas pinceladas e começou a introduzir aquele enorme pinto dentro de mim ele foi entrando aos poucos, foi me rasgando ao meio sentia cada centímetro daquele pinto me rasgando, eu nunca havia sentido antes algo assim aquele homem bem mais velho do que eu tinha a potencia de um homem bem mais novo, eu estava ali deitada na cama com as pernas totalmente aberta indefesa sentido aquele longo e grosso pinto atingido lugares nunca antes explorado do meu corpo, quando senti estava completamente preenchida por aquele enorme cacete estava me sentindo toda arrombada, Carlos continuou com suas enfiadas cada vez mais fortes, aquele homem me segurava como se eu fosse uma boneca em seu frenesi sexual, Carlos falava obscenidades para mim, que ao invés de me ofenderem, me fazia ter orgasmos incríveis. Carlos me dizia eu esperei muito por isso! Eu vou arrombar a sua bucetinha toma essa rola sua vadia, aquilo me deixava mais excitada nunca um homem havia falado estes tipo de coisa para mim mais estava adorando ouvir aquelas obscenidades. Os fluidos da minha buceta continuavam escorrendo pelo caralho imenso do Carlos, o que fazia aumentar o ritmo, potencia e a profundidade de suas metidas, meu corpo estava entregue aos múltiplos orgasmos que aquele homem estava me forçando a ter, Carlos continuava a me dizer coisas que me excitava cada vez mais ele dizia, isso mesmo, continue gozando neste cacetão logo eu vou te encher com a minha porra putinha, Carlos continuou-me fodendo com força, eu comecei a sentir o enorme caralho dele pulsar dentro de mim, após algum tempo Carlos estava ameaçando gozar dentro de mim, Em um raro momento de lucidez, eu me toquei que ele estava sem camisinha e eu estava no período em que poderia estar fértil. Então eu o avisei rapidinho, pedindo para que ele colocasse uma camisinha. Ele disse que não tinha camisinha, e que adoraria ter um filho meu. Eu disse que ele era louco. Que nós éramos casados, que ele tinha filhos. Ele disse que nada daquilo importava e, se eu engravidasse, eu poderia largar o meu marido que ele montaria um apartamento para mim e daria toda assistência a mim e ao nosso filho. Eu sabia que aquilo era uma loucura, mas, na hora, me deixou mais excitada ainda. Eu estava fora de mim. Então ele começou a aumentar o ritmo e perguntou o que eu achava. Eu disse que ele era louco. Ele aumentou mais ainda o ritmo, mordeu o meu pescoço, e pediu para que eu o deixasse gozar dentro de mim. Eu falava que não, e ele pedia: "deixa, vai; vai ser demais; eu te amo". No momento fiquei tão fora de mim que só consegui falar uma palavra: "Goza!!!!" mas eu estava aturdida para compreender o que o que isso significava, quando eu finalmente dei por conta, eu sentir o seu liquido quente sendo esguichado direto no meu útero, Carlos começou a dizer que estava gozando, eu vou gozar minha puta gostosa, toma toda essa porra quente dentro de você vadia, eu por minha vez estava tendo um gozo que jamais havia sentido, era orgasmo que mexia com o meu corpo todo, uma sensação incrível. Carlos não parava de esguichar dentro de mim, seu pinto explodiu uma quantidade impressionante de porra. Sentir aquela enorme quantidade de porra dentro de mim, me fez ter mais um grande orgasmo. Carlos não parava de gozar enchendo todo o meu útero e buceta com sua porra, eu me contorcia tendo orgasmos múltiplos e sentia a porra dele escorrendo pelas minhas coxas.
Carlos começou a tirar lentamente o seu pinto de dentro da minha buceta sensível, eu pude sentir cada veia daquele pinto saindo de dentro de mim, foi uma sensação incrível, quando ele retirou o seu pinto eu fiquei deitada ali na cama imóvel sentindo aquela sensação gostosa. Carlos me deu um beijo e disse agora você é a minha mulher, minha putinha de hoje em diante você será sempre minha agora você é uma fêmea de verdade e eu serei o teu homem entendeu, acenei com a cabeça que sim Carlos me beijou novamente e deitou ao meu lado eu me levantei e fui para o chuveiro me lavar, estava me sentindo um pouco cansada, com restos de porra e fluidos vaginais escorrendo pelo meu corpo, eu estava precisando de um bom banho quente, apesar da minha buceta esta dolorida eu tinha adorado ter me entregado a aquele homem.
Já havia algum tempo que eu estava no banho quando Carlos entrou para tomar banho junto comigo, quando fui sair ele me segurou pelo meu braço e me puxou me dando um beijo, suas mãos percorriam o meu corpo parando em minha buceta e seus dedos a penetraram, eu estava um pouco tímida, mas cada vez que o Carlos tocava em mim, ou me olhava com seus olhos cheios de desejos, meu corpo reagia diferente. Meus mamilos estavam duros, e uma deliciosa sensação percorria o meu corpo e deixava a minha buceta toda molhada, Carlos me dava ordens, e eu, como uma puta safada submissa, obedecia. Eu comecei a sentir o cacete grande e duro do Carlos ronçando na minha buceta, eu estava adorando tudo aquilo estava preste a cometer o meu segundo adultério naquele dia, Carlos penetrou o seu cacete grande e grosso dentro de mim, eu pude senti-lo atingindo os meus órgãos por dentro, eu sentir um orgasmo bambear minhas pernas, só dele ter me penetrado, neste momento Carlos sabia que havia me dominado mentalmente e fisicamente, ele começou a meter forte como um animal me dizendo Carla sua buceta esta apertada e tão molhada, acho que ela estava querendo mais do meu cacete. No calor daquele momento, eu me senti possuída, e comecei a falar besteiras como eu adoro isso, adoro esse cacete me rasgando, me fode com força. Eu perdi o controle enquanto Carlos me fodia intensamente, ele atingia lugares nunca antes explorados do meu corpo, com seu caralho enorme, me fazendo gritar loucamente enquanto eu gozava. Carlos aumentou a velocidade de suas metidas, eu disse a ele que estava indo muito fundo e que eu estava gozando de novo, senti as esguichadas de porra dentro da minha buceta Carlos estava gozando enchendo-me com sua porra, Carlos começou a falar que estava gozando e me chamar de putinha e vadia e que a minha buceta era muito gostosa. Carlos outra vez havia enchido a minha buceta com sua porra eu estava satisfeita por ter recebido o seu leite quente dentro de mim novamente.
Depois tomamos um banho e voltamos para a cama aonde tivemos mais uma relação sexual, Carlos me levou embora me deixando aonde havia me pegado, combinamos de nos ver novamente. Em casa preparei a janta para o meu marido, estava com a minha buceta toda dolorida, meu marido me procurou a noite, mas dei uma desculpa que estava me sentindo mal, pois fiquei com medo de que ele notasse alguma diferença em mim. Eu e o Carlos nos falávamos todos os dias pelo celular e marcamos de nos encontrar de novo, mas este encontro eu conto depois.



Amo ser dominada por meus machos !

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Cada um dá o que tem Ele sempre fôra um homem bem determinado. Não pede. Manda. Me jogou na cama e ordenou que eu empinasse a bunda.

- Vai safada, mostra pro seu macho essa lapa de bunda.

Obedeci.

Deitei-me de bruços conforme a ordem dada esperando a estocada do cacetão grosso. Ele veio apertando a ponta da caralha, extraindo a gota da cabeça brilhosa.

- Gostosa, já estou cheio de tesão vendo esse cuzão pro alto, safada.

Aquilo foi o suficiente pra minha baba deslizar gostoso umedecendo todo o meu cu.

- Mas hoje eu quero é revezamento. Cu, buceta, cu, buceta.

Puta que pariu, se no cu já era uma delícia, imagine só nos dois buracos. Acho que vou morrer de tanto tesão com esse cachorro.

E a foda correu solta com aquela jeba gostosa atolada ora no cu, ora na buceta, ora no cu, ora na buceta.

- Putona, agora se aquiete que o Paulão chegou para foder a sua boquinha de cadela.

- Porra, mas você não me disse nada. - Retruquei fingindo reprovação. (sou muito dissimulada).

- E não ia mesmo, minha cachorra. Esqueceu que eu mando em você? Você tem que obedecer e nada mais além disso. Aceite e pronto.

- Fingi decepção, mas por dentro a minha xereca pulsava com o novo fodedor. Dois homens se aproveitando de mim era tudo de bom.

Devo dizer que não houve tempo para apresentações. Apenas a ardência culminante que queimava o meu cu aberto com as duas jebas enfiadas pra valer no buraquinho esfolado.

Nunca tinha sentido nada igual. Nunca tinha gozado daquele jeito. Dois paus disputando o meu cu. Dois homens comandando o meu tesão.

- Vamos agora para essa boquinha de puta. Abra bem para que as rolonas entrem nela.

E a punheta comeu solta dentro da minha boca. Duas picas, duas babas escorregadias melando a minha língua, duas jebas de responsa. Por um momento vi os dois caralhos se roçando e o Paulão dando um trato no cu do meu macho. Aquilo foi demais. explodi numa siririca violenta. Um macho comendo outro. Uma cobra mordendo a outra. Puta que pariu.


Depois de toda essa putaria, me senti realizada com a nova modalidade de fodeção, que até então nunca tinha acontecido.

Me viciei. Gostei. Quero repetir a dose.

Meu macho vadio avisou que da próxima seriam mais dois machos à minha disposição e à dele é claro.

Estou doida pra fazer de novo. Estou doida para ver a determinação daquele quengo gostoso.




Eu avisei, ele não ouviu 1

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Sou uma mulher casada tenho 32 anos, estou casada há 7 anos com um homem que é maravilhoso, amoroso e acima de tudo sempre cumpriu com as suas obrigações.

Meu nome é Carla tenho um filho de 4anos que é a paixão da minha vida amo ele de coração, mas vamos falar agora o que aconteceu comigo e que me balançou muito e até hoje mexe comigo.

O que eu vou contar aqui é verídico, não estou aqui para inventar nada, mas sim para dizer o que se passou comigo, então vamos aos acontecimentos.

Morávamos em uma cidade grande do interior de São Paulo, meu marido Osmar recebeu uma proposta de serviço para ir trabalhar em uma empresa de grande porte em uma cidade pequena do interior de São Paulo, uma proposta que não tinha como recusá-la, uma proposta muito boa e que nos deixaria em uma situação financeira ótima, pois poderíamos realizar todos os planos que tínhamos para nossa família. Mudamos para esta cidade uma pequena cidade que abriga seus 5mil habitantes e com muitas fazendas ao seu redor a maioria das pessoas trabalham nas fazendas ou na empresa em que o meu marido foi trabalhar.

Foi difícil acostumar com o ritmo da cidade, como por exemplo, os horários em que funcionavam os bancos, supermercados etc., mas fomos acostumando com as mudanças em nossas vidas, eu sempre gostei de usar shorts colados ao corpo e blusinha mostrando a barriguinha isso era normal na cidade em que morávamos anteriormente, mas para esta cidade pequena parecia coisa de outro mundo, mas não me importava não fazia para me mostrar é que eu sempre gostei de usar roupas coladas ao corpo e alem do mais o Osmar adora, só que para as pessoas desta cidade era diferente principalmente para os homens eles me olhavam como se quisesse me devorar, para eles era uma alegria quando me via vestida deste jeito. Ha um homem com os seus 45 anos que mora na rua da minha casa ele se chama Carlos é casado tem 2 filhos e uma mulher muito bonita, eles moram a três casas da minha, o Carlos possui uma fazenda aonde ele cria gado e arrenda o restante da terra para uma usina de açúcar e álcool ele passa a maioria do dia em sua fazenda. Eu pelo menos três vezes na semana limpo a calçada de frente a minha casa e numa destas vezes eu sai para limpar a frente de casa e dei de cara com o Carlos sentado na frente da sua casa, estava eu limpando a calcada e percebi que o Carlos não tirava os olhos de mim, naquele dia estava com um short branco bem coladinho e uma camiseta preta cavada, cheguei a ficar sem graça, pois ele nem disfarçava para me olhar, limpei logo a frente de casa e entrei assim que entrei comecei a rir dele e pensei que homem mais idiota não pode ver um par de coxas que fica logo bobo. Passaram os dias e toda vez em que eu limpar a calçada La estava ele me encarando me comendo com os olhos enquanto eu não terminava, ele não saia dali, sabe aquilo foi mexendo comigo eu comecei a gostar sabia que estava sendo desejada e na verdade sentia mais sex e gostosa então comecei a colocar shorts mais curto e provocante era inexplicável toda vez que eu limpar a caçada me produzia ficava bem provocante só para ver a cara de desejo que ele sentia por mim.

Comentei com o meu marido Osmar contei tudo para ele só não contei que estava gostando disse a ele que o Carlos não tirava os olhos de mim e que só faltava ele me engolir, Osmar disse que o povo daquela cidade era assim mesmo que eram todos bobos que não podiam ver uma mulher que ficavam babando, pois eram acostumados a fazer sexos com éguas, cabritas e porcas.

Os dias foram passando e eu e o Carlos continuávamos com aquela brincadeira eu estava adorando tudo aquilo e Carlos deixava claramente que queria eu em teus braços. Numa tarde de sábado sai La fora e vi meu marido conversando com o Carlos, meu marido me chamou e me apresentou para ele, Carlos gentilmente pegou em minha mão e me deu um beijo no rosto e disse que era um prazer me conhecer com um sorriso em seu rosto, logo sai e deixei meu marido conversando com ele. A noite em nossa cama disse ao meu marido que ele não deveria ter me apresentado para o Carlos, pois ele me paquerava direto, Carlos respondeu que não tinha nada a ver e que confiava em mim e alem de tudo sabia que eu não daria bola para um caipira de uma cidade pequena, fiquei calada alguns segundo e respondi que ele tinha toda razão, fizemos amor naquela noite, mas aconteceu uma coisa estranha quando estava fazendo amor com o meu marido a imagem do Carlos veio a minha cabeça e por alguns momentos me peguei imaginando ele ali no lugar do meu marido foi uma sensação que jamais tinha experimentada gozei como nunca havia gozado antes. Daquele dia em diante Carlos freqüentava mais a minha cabeça me pegava varias vezes pensando nele e eu estava gostando de pensar em Carlos, comecei a limpar a calçada todos os dias só para que eu pudesse ver o desejo que o Carlos sentia por mim cada vez mais eu o provocava era uma sensação gostosa que eu sentia em provocá-lo ficava toda molhadinha, ate que um dia eu estava limpando a calçada e Carlos veio falar comigo tomei um susto na hora ele me disse bom dia Carla eu respondi bom dia, então ele me disse eu estava conversando com o seu marido ontem e convidei-o para conhecer a minha fazenda ele topou na hora e você quer ir conhecê-la também, então falei seu o meu marido quer conhecer então irei com ele também, Carlos me disse será um prazer mostrar a minha fazenda para você e alem do mais ficaria muito triste se você não fosse, pois adoraria ter você em minha fazenda você vai adorar pode ter certeza, fiquei calada neste momento não queria que soubesse que adoraria ir para a fazenda dele estar em sua companhia então Carlos tornou a me falar será um prazer em levá-los pena que seu marido vai junto, gostaria de mostrar a fazenda só para você seria um prazer te mostrar a só para você acho que seria mais interessante, então respondi a ele olha sou uma mulher casada e adoro o meu marido pelo que estou ouvindo o Senhor esta me cantando e eu não gosto disso queria que me respeitasse e também ao meu marido imagina se ele ouvisse o que você esta me falando ele ficaria furioso e alem do mais respeito ele muito nunca estaria com outro se não fosse ele. Carlos ficou me olhando de cima em baixo e disse olha Carla posso ser sincero contigo nunca uma mulher mexeu comigo como você, estou louco por ti não vou mentir, sei que não deveria, pois sou casado e você também é casada temos uma família mas você me deixa louco gostaria muito de ter você todinha para mim e ter fazer sentir uma verdadeira mulher me imagino com você todos os dias, não sei se o seu marido te da atenção que você merece, só sei que sou louco para ter você em meus braços. Fiquei sem palavras naquela hora aquele homem estava ali me dizendo que me queria em teus braços e eu era culpada em parte por aquilo, pois eu havia provocado ele ao ponto dele estar me dizendo que me desejava sei que também eu tinha culpa no cartório, mas estava me sentido bem com tudo aquilo que estava ouvindo do Carlos era uma sensação gostosa me sentia desejada, gostosa e atraente coisa que eu não sentia há muito tempo, respondi a ele olha amo o meu marido e é dele que eu gosto você me desculpe eu tenho que entrar você não deveria estar falando isso para mim sou casada e você também é casado temos que ter respeito, nisso Carlos me disse sei que você é casada e eu também, mas estou sendo sincero quando digo que você mexeu muito comigo penso em você toda hora queria te dar tudo que você quisesse adoraria fazer você uma mulher de verdade olha não sei como vamos resolver isto, mas te garanto você vai ser minha quero te fazer muito feliz vou te mostrar como é sentir um homem de verdade, respondi a ele que precisaria entra e fui para casa ele ficou ali me olhando ate que fechei a porta foi uma coisa incrível o que aconteceu ali aquele homem me dizendo tudo aquilo eu me senti valorizada fazia muito tempo que não ouvia uma cantada tão direta assim, me peguei toda molhadinha tinha ficado excitada com tudo aquilo eu estava na verdade querendo aquele homem também, mas não queria aceitar a situação minha cabeça estava confusa, naquele dia imaginei diversas vezes eu com o Carlos cheguei ao ponto de me masturbar pensando nele. Naquela noite fiz amor com o meu marido e gozei como uma louca estava super excitada e não tirava aquele homem da cabeça.

Os dias foram passando e eu me sentia mais atraída por ele, era uma coisa estranha mais gostosa, ficava naquele jogo eu provocando e ele me comendo com os olhos, quando me dei conta estava completamente louca por ele sei que poderia a qualquer momento fazer uma loucura e me entregar a ele.

Conversei com o meu marido o que estava acontecendo disse que o Carlos me paquerava e que aquilo estava mexendo com os meus sentimentos, pois eu confessei que cheguei a ficar excitada com tudo aquilo e que não queria sentir o que eu estava sentindo pelo Carlos, meu marido disse que tudo aquilo era normal no ser humano e que tudo passaria e alem do mais ele tinha certeza que eu não faria nada de errado e que confiava muito em mim e alem disso disse que o Carlos era um bem mais velho e não faria mal a ninguém, resolvi que depois desta conversa não falaria mais nada para o meu marido, pois se ele pensasse daquela maneira o que eu poderia falar mais, de uma coisa eu tinha certeza, avisado ele foi só que ele não queria ouvir.

Numa manha de terça-feira levantei e fui a padaria, quando cheguei a padaria encontrei com o Carlos, aquele dia o tempo estava fechado e carregado, quando ia saindo da padaria começou a chover muito forte e não tinha como eu ir para casa, então Carlos me ofereceu uma carona no que eu aceitei na hora, estávamos em seu carro Carlos perguntou do meu marido e eu disse que ele já havia saindo para o trabalho, Carlos me olhou com um sorriso malicioso e disse então você esta sozinha em casa isto é bom ele tocou o carro e foi saindo fora da cidade e pegou uma estradinha que dificilmente passava alguém por ali, eu falei para ele me levar para casa, mas ele disse que queria apenas alguns minutos sozinho comigo e adiantou que não faria mal nenhum para mim, ele parou o carro no meio de um canavial aonde ninguém poderia nos ver, segurou as minhas mãos e disse olha Carla eu estou completamente apaixonado por você eu te quero muito estou disposto abandonar tudo por você, quero te sentir conhecer o seu sabor e sei que você também esta apaixonada por mim, olha quero te fazer muito feliz. Fiquei olhando para ele tentando falar alguma coisa, mas não conseguia nisso Carlos me pergunta olha Carla se você falar que não sente nada em relação a mim te levarei embora agora, fiquei sem dizer uma palavra Carlos aproximou sua boca da minha e começou a me beijar, não encontrou resistência nenhuma pela minha parte nos beijamos apaixonadamente, Carlos começou acariciar meu corpo levando suas mãos aos meus seios que nesta altura estavam com os bicos todo duro pelo tesão que estava sentindo, enquanto uma Mao acariciava meus seios a outra foi descendo pelas minhas coxas e se enfiando embaixo do meu vestido e chegando a minha bucetinha que estava completamente molhada, puxou a minha calcinha para o lado e tocou com seus dedos a minha buceta, me fez bambear as pernas na hora ali senti que seria dele eu esfregava seu pinto por cima das calças estava louca para tira-lo para fora de suas calças queria sentir aquele pinto nas minhas mãos, quando conseguir tira-lo para fora vi que ele era bem maior e mais grosso que o do meu marido foi uma sensação gostosa sentir ele em minhas mãos, Carlos por sua vez estava com o seu dedo enfiado em minha buceta me levando a loucura estava sentido aquele homem me penetrando com o seu dedo enquanto eu sentia o volume do seu pinto em minha Mao, chovia muito naquele momento eu estava preste a gozar, Carlos continuava me acariciando enquanto eu esfregava seu pinto, não agüentei e gozei como uma louca com o seu dedo enfiado em mim, foi uma loucura continuei esfregando seu pinto, Carlos me beijou ardentemente minha boca e eu correspondia queria que ele também gozasse, mas fomos interrompidos por um carro que se aproximava, disse a ele que saíssemos dali e que me levasse para casa, Carlos me levou embora, pois eu aleguei que era muito perigoso que estávamos fazendo e que poderíamos nos encontrar sem correr algum risco, ele aceitou meus argumentos e disse que eu seria dele e que era para eu esperar que ele entraria em contato comigo. Quando Carlos saiu e me deixou em casa fiquei imaginando os momentos que ficamos juntos naquela manha e que poderia acontecer dali para frente. O que aconteceu eu conto para vocês depois.




domingo, 2 de outubro de 2016

Não resisti aos garotos

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Esse fato aconteceu, ano passado, é verídico, resolvi escrever após pensar muito e refletir sobre a questão.
Meu nome é Luciana, tenho 35 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Rogério, meu marido, tem 38 anos, 1,75m, e é bem bonito, não temos filhos. Nosso relacionamento é bem resolvido sexualmente e somos um ótimo casal.
Moramos em Natal e estamos casados há oito anos. Somos de Santa Catarina, e viemos para Natal em busca de novos campos profissionais.
Logo que chegamos, parecíamos turistas, e queríamos conhecer as belezas do lugar. Como Rogério trabalhava durante toda a semana fizemos um trato: eu iria conhecendo os lugares e depois nos finais de semana iríamos juntos aos que mais tivessem me agradado. Adoro praia, e a idéia era principalmente conhecer as praias da região. As praias são maravilhosas e pela época do ano, estavam bastante desertas.
Foi no dia em que resolvi visitar a praia do Cocal que é uma praia linda, de uns dois quilômetros de orla, toda margeada por coqueiros, que conheci Márcia, seu filho Bruno e o amigo dele Felipe.
Márcia era de São Paulo, tinha alugado uma casa junto com sua irmã e o marido dela, bem na beira do mar, pra passar as férias.
Apesar da imensidão de praia pra ficar as pessoas se reuniam perto da única barraca de praia existente, pra poder tomar uma água, ou comer alguma coisa, e também por causa da ducha com água doce que o dono da barraca pôs para os fregueses. Foi ali que nos conhecemos. Comentamos sobre a beleza da praia, e ela me perguntou de onde eu era por causa do sotaque e assim começamos a conversar sobre amenidades. De um papo cordial na beira do balcão ela me perguntou se eu estava sozinha e se não queria sentar com ela pra gente continuar conversando. Achei ótimo, pois já estava de saco cheio de praia deserta sem ninguém pra conversar. Peguei minha canga e estendi ao lado da dela. Senti nessa hora que atraí a atenção dos garotos, que disfarçadamente notavam as minhas formas. Naquela manhã eu estava usando um biquíni branco e azul, que deixava de fora quase toda a minha bunda, e por isso achei normal a agitação. Márcia também percebeu os sorrisos, e fez uma pequena chacota com os dois meninos dizendo que os homens entram na adolescência pra nunca mais sair. E depois emendando, disse que ainda teriam de comer muito feijão com arroz, pra um dia terem uma mulher que não fosse de papel. Os dois riram de nervoso, e quase se enterraram na areia de vergonha. Márcia era uma mulher simpática e despachada, dessas que não ficam com muita frescura em dizer as coisas. Gostei dela de cara.
Ficamos num papo gostoso, regado cerveja, quando resolvi de ir ao mar pra fazer um xixi. Márcia também se levantou, dizendo que ia pegar mais cervejas.
O mar da praia do Cocal é um pouco agitado, e mesmo pra quem sabe nadar requer cautela. Os meninos já estavam ambientados e nadavam depois da arrebentação. Pra não ficar na cara o que eu estava fazendo, e também pra dar tempo pro xixi sair, resolvi dar um mergulho. Que engano. Fui traída pela profundidade do chão e o retorno de uma onda me tragou para o centro de uma nova onda que se formava, e assim fui arremessada tomando um caixote daqueles desconcertantes. Levantei tossindo água e tentando retirar o cabelo com areia da minha cara. Uns cinco segundos se passaram e quando me recompus notei que os meninos olhavam pra mim, mais fixamente pros meus seios, que só então notei, estavam completamente a mostra.
Voltei pra casa lembrando da imagem, do rosto daqueles dois, olhando pra mim naquela situação. À noite contei a história ao Rogério, ele achou graça, e me recomendou mais cuidado com o mar. Brincou dizendo que os garotos deviam me homenagear no banheiro àquela noite.
De alguma forma isso fez com que eu me sentisse um pouco perturbada por imaginar que eles pensariam em mim enquanto batiam suas punhetas naquele dia.
Márcia era a primeira, e até então, única pessoa que conhecia na cidade, e marcamos de nos encontrar na praia no dia seguinte, afinal era bom ter alguém pra conversar. Por tudo que tinha acontecido, não teve como não lembrar dos garotos na hora de escolher o biquíni de manhã. Inicialmente eu tinha pensado em um preto, de crochê, que me cobria um pouco mais, mas então resolvi colocar um branco, de lacinho que eu não usava há muito tempo por achar pequeno demais. Além disso o forro era uma porcaria e quando ele molhava acabava ficando semi transparente e dava pra ver um pouco da minha xaninha. No meu íntimo, sabia que queria provocar os garotos, mas não admitiria isso nem pra mim mesma. Também estava com medo do que a Márcia iria achar.
Quando cheguei à praia só Márcia estava na areia e os meninos ainda estavam dormindo. Ela viu o tamanho do meu biquíni e brincou dizendo, que infelizmente ela não tinha mais condições de usar um daqueles, mas que achava lindo biquínis fio dental, e completou dizendo que assim eu acabaria matando os meninos. Nós duas rimos.
O Sol estava ótimo e aproveitava a oportunidade para acertar a marquinha do biquíni, que ia ficando menor. Às onze horas, os meninos chegaram à praia juntos com a irmã de Márcia e seu marido. Confesso que na hora me senti um pouco mal, com os olhares de poucos amigos com que a irmã dela me olhou, mas depois pensei: quer saber? Dane-se. Eu nunca mais devo encontrar essas pessoas de novo. Se ela me achou vulgar, se me achou uma vadia o problema é dela. Aí nessa hora, fiquei com raiva de ter sido repreendida por aquele olhar e pra provocar me levantei e resolvi ir pra água bem devagarinho, que era pro marido dela poder ver bem a minha bunda. Na água os meninos já se divertiam, e desta vez fui mais cuidadosa ao entrar. Passei a arrebentação e com o movimento do mar, fui chegando mais perto dos meninos. Minha chegada fez o assunto acabar e então, pra descontrair comentei que o mar estava mais calmo, e que naquele dia não teríamos acidentes. Os dois riram sem graça. Apesar do tamanho, os dois ainda não tinham a menor idéia de como falar com uma mulher e acho que era isso que eu gostava naquela situação. Da inexperiência, da inocência deles.
Não sei o que me deu na hora, estava me sentindo meio adolescente também, e num movimento rápido dei um mergulho e depois me levantei rápido, fazendo com que meus peitos quase desnudos naquele sutiã transparente, passassem propositadamente da linha dá água. Sorri pra eles e nadei de volta pra areia.
Voltando pra areia minha cabeça estava a mil, e comecei a falar comigo mesma - O que você está fazendo?! Está flertando com dois garotos na frente da mãe deles! Pelo amor de Deus tenha juízo!!
E assim recobrei a razão, e resolvi que ia parar com aquela brincadeira.
Voltei pra minha canga pouco me importando com a recalcada da irmã da Márcia, e fingi não ver quando o marido dela me acompanhou com os olhos.
Quando foi chegando perto das duas horas, o pessoal começou a se agitar para sair da praia, para ir almoçar. Márcia me convidou pra comer com eles, mas não me senti à vontade pra aceitar, e pra não ficar chato disse que tinha um compromisso ainda aquela tarde. Combinamos então uma nova praia para o dia seguinte e disse a ela que iria conhecer meu marido, pois o dia seguinte era um sábado.
À noite Rogério me perguntou como tinha sido meu dia e lhe contei sem maiores detalhes com medo que ele me achasse uma tarada, sei lá! Falei do papo com a Márcia, que ela era legal e que ele iria conhecê-la no dia seguinte.
Jantamos e fomos pra cama ver tv.
Na manhã seguinte, levantamos cedo tomamos café, arrumamos as coisas pra passar o dia na praia, e partimos. Chegamos à praia sem tocar no assunto.
Márcia novamente estava sozinha. Apresentei-a ao Rogério e ficamos bebericando umas cervejinhas, enquanto Rogério se aventurou com uma caipirinha.
A irmã de Márcia então também apareceu no portão e de longe ficamos observando uma conversa com rostos sérios, seguida de abraços. Com certeza não eram boas notícias. Márcia entrou e uns vinte minutos depois apareceu novamente no portão. Um pouco abatida ela veio até nós e disse que infelizmente o sogro de sua irmã havia falecido e que ela teria de nos deixar naquela tarde, pois teria de levá-los de carro até Sobral que fica a umas quatro horas de distância, onde seria o velório. Mas que retornaria sozinha no dia seguinte. Demos os pêsames a família e aquela coisa toda, e no final quando ela já tinha juntado suas coisas da areia disse:
- Os garotos estão ficando. Se vocês precisarem usar um banheiro ou de alguma na casa é só falar com eles..... ......dá uma olhada neles pra mim, disse por fim.
Duas horas depois, estávamos torrando no Sol, Rogério começou com uma história de que precisava ir ao banheiro. Como assim precisava ir ao banheiro?
- Os homens não fazem do mundo o seu banheiro? - perguntei
- Só em alguns casos, e esse não é o caso agora. Vamos lá na casa. Não tem problema usar o banheiro deles.
- Vai lá você e pede então retruquei
- Mas eu nem conheço os moleques amor. Porra, se fosse pra você eu daria uma força. Ou então vamos ter que ir embora.
A contragosto pegamos nossas coisas e fomos bater na casa. Felipe recebeu a gente de bermuda e sem camisa. Disse que não tinha problema nenhum em usarmos o banheiro. Lá foi o cagão do Rogério se enfiando casa adentro, enquanto eu me preocupava em cobrir a bunda com a canga.
Sozinhos na porta do banheiro, Rogério virou-se pra mim e disse:
- Querida me espere um minuto que eu já venho. E me pegando desprevenida, com um movimento rápido puxou minha canga, entrou no banheiro e fechou a porta.
Fiquei sem reação. Estava praticamente nua naquele corredor. Se os garotos aparecessem iam se deparar comigo com a bunda quase que inteira à mostra no meio da casa. Eu ia esfolar o Rogério por essa. Quando eu já ia bater na porta, aquilo que eu previra aconteceu. Bruno apareceu no corredor. Pela sua cara deu pra notar que ele não esperava que eu estivesse só de biquíni, ali, em pé no corredor.
Ele me sorriu sem malícia, e me vendo em pé na porta do banheiro, disse que se eu quisesse havia outro banheiro na casa.
Agradeci. Não queria ir ao banheiro, queria era pegar minha canga de volta, e simplesmente não tinha para onde ir. Ainda mais de biquíni pela casa.
Pra não ficar sem dizer nada lhe perguntei se ele conhecia o finado e tal, ao mesmo tempo em que procurava me manter de frente pra ele. Me sentia nua no corredor. Pra piorar, pelo outro lado do corredor apareceu o Felipe e agora só se eu ficasse de costas pra parede é que minha bunda não ia ser devorada pelos olhos daqueles dois garotos.
Insolitamente uma conversa de pasmaceiras se estabeleceu naquele corredor e por um momento senti que os garotos estavam se aproveitando da situação. Sem jeito, comecei a mudar o peso de uma perna para a outra, num movimento repetitivo que só me embaraçava mais.
O Rogério finalmente saiu do banheiro. Vendo que estávamos todos na porta ainda brincou:
- Estavam todos me esperando?!
Puta da vida peguei minha canga da mão dele e entrei no banheiro. Desta vez ele realmente tinha me sacaneado. Afinal o que ele estava querendo com aquilo? Se ele achava que alguma coisa iria acontecer estava muito enganado disse para mim mesma sem muita convicção. O calor no meio das minhas pernas me desmentia e não havia como negar que aquela situação estava me dando um tesão danado.
Quando saí do banheiro não havia ninguém lá. Andei pela casa e chegando a sala, encontrei o Rogério sentado com os garotos, junto à uma mesa com tampo de feltro, embaralhando cartas. Naturalmente ele perguntou:
- Quer jogar pôquer querida?
Fiquei sem graça e não me ocorreu nada de esperto pra dizer na hora. Pensei comigo: Foda-se. Se é isso que ele quer vamos ver até onde essa brincadeira vai.
- Ok! Respondi sentando ao seu lado.
Depois de umas dez mãos de cartas o jogo já estava mais descontraído e Rogério se esforçava para isso, fazendo piadas e mexendo com os garotos. Não demorou a fome apertou. Rogério sugeriu que pedíssemos pizza, o que foi prontamente aceito por todos.
O jogo estava mais animado, os garotos estavam ganhando e então Rogério sugeriu que apostássemos:
- Pôquer não é pôquer sem apostas. Quanto vocês têm de dinheiro?
Os garotos se olharam meio sem jeito e então Rogério completou:
- tudo bem não precisa ser a dinheiro. Vamos apostar prendas. O cacife inicial de cada um será de dez fichas. Quem precisar de um novo cacife paga a prenda.
Todos concordaram. O clima na mesa já era bem descontraído apesar de os garotos falarem pouco. Em três mãos de carta Bruno perdeu seu cacife e como Rogério havia ganho aquela mão resolveu ditar a prenda:
- Um novo cacife vale uma prenda meu rapaz! Você vai ter que chupar o dedão do pé da Luciana por um minuto!
Aquela frase cortou o ar como se fosse um raio, cheia de eletricidade. O ambiente estava exatamente assim: elétrico. Todos nós enfim rimos e Felipe ficou zombando do amigo.
Sem dar muito tempo pra que pensássemos, Rogério ergueu minha perna direita que estava ao seu lado, colocando-a sobre a mesa. Modéstia a parte, gosto muito dos meus pezinhos.
- Vai meu caro, você não tem muita escolha. Aproveita que é um pezinho lindo desse e pensa que podia ser pior: você poderia ter de dançar na boquinha da garrafa disse Rogério.
O garoto totalmente sem graça, segurou meu pé com uma das mãos, e quando vi já estava em sua boca. Rogério e Felipe provocavam: - ainda faltam cinqüenta segundos!
De início, ele estava com o dedo simplesmente enfiado em sua boca. Sem chupar ou fazer qualquer movimentação. Mas pela posição dele, com o rosto para baixo tinha que chupar meu dedo para engolir a saliva de sua boca. Diante daquela situação resolvi provocá-lo. Comecei a mexer com o dedo dentro de sua boca e ele sem poder dizer nada só levantou os olhos o suficiente para ver minha cara de sapeca. Olhando nos olhos dele comecei a forçar a entrada de outro dedo em sua boca, e depois mais outro, e então todos os dedos em sua boca. Todos os dedos de meu pé estavam dentro de sua boca, e sua língua não tinha pra onde fugir sem me lamber os dedos. Sob assobios e palmas Bruno retirou sua boca do meu pé. Lancei-lhe um olhar sacana como quem agradece uma gentileza e pela sua cara ele também tinha gostado da experiência.
O jogo recomeçou. A experiência de Rogério pouco à pouco ia fazendo a diferença, e todos nós, inclusive Bruno com seu segundo cacife, fomos ficando sem fichas. Fugi de todas as rodadas seguintes com medo de perder e o Rogério aprontar uma pra mim. Deu certo! Foi Felipe quem acabou ficando sem fichas primeiro. Como Bruno é quem havia ganho aquela rodada coube a ele decidir a prenda de seu amigo. Sem titubear ele disse:
- Você vai ter que chupar o outro pé, só pra deixar de ser malandro.
Eu que já estava com a boceta ensopada por toda aquela situação. Simplesmente levantei a outra perna, mas dessa vez, ao invés de deixar os dedos apontando para cima, forcei o pé para que ficasse chapado. Felipe não sabia o que fazer e era isso que eu queria. Levantei então, somente o dedão e ele esperto entendeu que era ali que ele ia chupar. Baixou a cabeça e começou. Dessa vez um silêncio tomou conta da sala por um minuto até que ele terminasse.
Pra quebrar o gelo disse rindo, que estava me sentindo uma rainha tendo os pés beijados daquela forma. Os dois estavam excitados com a brincadeira e a pizza chegou pra dar uma acalmada nos ânimos.
Rogério pagou a pizza e os dois foram a cozinha pegar os pratos.
Foi então que Rogério chegou ao meu ouvido dizendo:
- amor estou morrendo de tesão!
- Eu também estou adorando. Acho que vai acontecer alguma coisa, disse excitada. Mas eu estou com vergonha de você aqui pra seduzir os meninos e acho que a sua presença inibe eles também. Você podia dar uma saída e voltar em uma hora sugeri.
A idéia não agradou em cheio a ele, mas como era pra facilitar ele acabou aceitando. Assim, comemos a pizza, conversamos um pouco e então quando os dois sugeriram que voltássemos ao pôquer, o Rogério disse que iria pegar uma caipirinha na barraca e que talvez desse uma caminhada na praia para digerir a pizza, mas que podíamos ir jogando sem ele. Já eram umas 6 horas da tarde, mas ainda fazia bastante calor.
Foi uma retirada perfeita. Mal Rogério saiu, retornamos ao nosso jogo.
Eu estava excitadíssima com a missão de deixar aqueles dois com tanto desejo, a ponto de serem capazes de avançar o sinal comigo. Mas queria que acontecesse quase que naturalmente.
Assim, recomeçamos o jogo. Eu estava louca pra perder pra ver o que eles me mandariam fazer. Como estava com poucas fichas, em duas mãos de carta perdi tudo e precisei de um novo cacife. Era Bruno que devia indicar a minha prenda. Ele me olhou com um sorriso, olhou para o amigo e por fim disse que não sabia o que propor. Pelo jeito como ele já tinha me olhado não era falta de imaginação, mas de coragem. Vendo que não ia ter jeito, me levantei e disse:
- Então vamos fazer o seguinte, já que o Rogério saiu, vou jogar sem a minha canga pra vocês apreciarem a beleza da minha companhia, e essa fica sendo a minha prenda. Pode ser? perguntei ao mesmo tempo que virava de costas para a mesa e tirava a canga.
Bruno não conseguiu falar nada. Seu rosto estava vermelho e ele estava visivelmente abalado. Achei até que tinha sido demais. Foi Felipe que conseguiu dizer simplesmente OK!, e então me sentei para continuarmos.
Antes que voltássemos a dar as cartas resolvi decidir de antemão qual seria a próxima prenda, pra coisa fluir mais rápido. Assim sugeri que continuássemos com o que eu já tinha começado. Quem perdesse deveria tirar uma peça de roupa.
Os dois começaram a se soltar mais e Felipe brincou dizendo que agora eu tinha pouca coisa a barganhar. Mais do que você pode ver respondi sorrindo.
Mesmo jogando propositadamente desleixada, não consegui perder minhas novas fichas em apenas duas rodadas. Era Bruno quem ia precisar de outro cacife.
Bruno estava apenas de bermuda e portanto teria de ficar só de sunga ou cueca.
Ele começou a ficar vermelho, tentando se safar disse que sua prenda poderia ser outra coisa que escolhêssemos. Mas eu não concordei. Disse que havíamos combinado antes e que se fosse eu teria perdido a parte de cima do biquíni. Bruno não sabia o que dizer, e diante da minha pressão virou-se de costas, abaixou a bermuda ficando apenas de sunga e, rapidamente virou-se, e sentou-se.
Apesar da manobra ele não conseguiu esconder o que queria: sua ereção dentro da sunga. Nessa hora achei que era o momento de escrachar de uma vez.
- Você tem uma lanterna na sunga ou está feliz por me ver Bruno?
Antes que ele respondesse disparei: - você também está assim Felipe?
Talvez pela expectativa do momento ele não conseguiu dizer nada e apenas acenou positivamente com a cabeça.
Então vamos fazer o seguinte: uma nova aposta, se vocês ganharem de mim nesta rodada eu retiro mais uma parte do biquini, e se eu ganhar eu vocês vão ter que chupar meus pés novamente, só que dessa vez, com o pé inteiro, ou até onde ele entrar, combinado?!
Os dois aceitaram. Recebi as cartas. Uma trinca de ases. Troquei os três, afinal não queria ganhar. Deu certo. Cartas na mesa. Bruno ganhou.
Fiquei de pé e retirei a parte de cima do biquini, meus seios estavam durinhos de excitação e os meninos perceberam, o clima indicava que algo estava prestes a acontecer. Tomei coragem e falei aos dois que como não havia mais prendas a jogar, caso eu perdesse faria um carinho neles.
Voltamos ao jogo, outra rodada, e propositalmente perdi, Bruno ganhou novamente!
O clima então ficou de excitação pura. Os meninos estavam tensos, e eu apesar de estar disfarçando ser experiente, também estava nervosa, pois aquilo não deixava de ser novidade para mim, afinal era a primeira vez que tinha algum contato fora do meu casamento.
Os dois ainda estavam sentados. Disse então pro Felipe:
- como foi o Bruno que ganhou ele será o primeiro. Enquanto isso você vai até a varanda e fica de vigia pra avisar caso o Rogério esteja vindo.
Não sei porque disse aquilo, mas a verdade é que não queria que o Rogério me pegasse ali de surpresa.
Felipe então foi para a varanda e eu fiquei ali sozinha com o Bruno que continuava sentado.
- você vai ter que tirar essa sunga! Eu disse
Ele então se levantou tirou a sunga e tornou a sentar. Seu pinto era lindo. Nem grande nem pequeno, com a pele bem branca, quase rosado e com poucos pelos em volta. Olhei pra ele e sorri. Só de ver aquele pinto já estava com o coração em desembalada. Então me ajoelhei em frente a ele e com carinho segurei no seu instrumento. Estava duríssimo. Olhei pra cima, e dando uma lambidinha em seu saco perguntei a ele:
- alguma mulher já fez isso com você?
- não
- você já transou antes?
- não
- então aproveite que você tirou a sorte grande.
E segurando seu saco com uma das mãos, comecei a lamber lentamente de baixo para cima. Senti seu pau vibrando e no segundo seguinte, uma corrente de líquido saiu. Surpreendida, chupei com habilidade sem deixar escapar nem uma gota daquele gozo juvenil. Não esperava que ele gozasse tão rápido.
Estava com as pernas bambas e só de pensar que havia outro pau pra chupar em seguida escorria líquido pela minhas pernas.
Bruno estava com um sorriso que enchia seu rosto. Na hora pensei que aquele menino nunca iria esquecer o que acabara de acontecer. Sem saber o que dizer, colocou a sunga e foi avisar o amigo. Quando Felipe chegou eu ainda estava de joelhos em frente a cadeira.
Abri então sua bermuda e baixei suas calças de uma só vez. Seu pinto duro apontou em minha cara de um jeito bastante provocador. Felipe tinha um pinto diferente de todos que eu já tinha visto. Fazia uma engraçada curva pra direita, era moreno, também com pouco pelo em torno, e era comprido, devia ter uns dezoito centímetros. Um pintão.
Felipe não se sentou. Fazia uma pose de mais experinte, colocando as mãos na cintura e olhando para baixo como quem diz : - estou esperando mas era só pose.
Ajoelhada em sua frente, disse a ele que seu pau era muito grande e era pra ele ir com calma comigo. Ele deu um sorriso, e vi seu ego ir nas alturas. Com calma, segurei se pinto pela base, e bem devagarinho dei início a um entra e sai da minha boca, tentando retardar um pouco seu gozo. Aos poucos ele começou a ritmar umas estocadas em minha boca e assim tinha de manter uma mão sempre na base pra evitar que me invadisse a garganta. Ele estava muito espertinho pra um garoto, e resolvi tomar conta da situação. Com a mão direita que estava livre segurei o seu saco e em seguida esfreguei com a palma da mão até o meio do saco. Repeti o movimento umas duas vezes ...
- calma! não faz isso! disse ofegante
- o que foi?? Retruquei! Porque não?
Ele me olhava sem saber o que dizer
- se você não quiser nós podemos parar por aqui então - sugeri.
Ele continuava sem saber o que falar.
- vem cá pra eu não vou arrancar nem um pedaço seu eu prometo!
Ele ainda estava receoso, então eu disse olha, também fiz com o Bruno e ele gostou. Você também vai gostar. Eu te prometo. Se não estiver bom eu paro, ok?!
Ele então sem dizer nem uma palavra se aproximou novamente, parou em minha frente, pôs as mãos na cintura e olhou pra cima.
Antes de recomeçar, retornei exatamente a posição anterior. Com uma das mãos espalmada em seu saco e a outra segurando a base do seu pênis. Ao mesmo tempo em que ia enfiando seu pau em minha boca bem devagarzinho, iamassagenado seu saco. Ele estava tenso. Comecei então com movimentos mais vigorosos nas chupadas .Pouco tempo seu pau estava batendo com força na minha garganta; Daí pra frente parei de movimentar minha cabeça e fui aumentado a velocidade da minha mão, até que ele não agüentou mais e explodiu num gozo de jatos fortíssimos e abundantes dentro da minha boca.
- eu não disse que não ia tirar pedaço?!!
perguntei assim que consegui engolir tudo
- foi gostoso respondeu com cara de satisfação.
Sentei novamente na cadeira para recuperar um pouco o fôlego. Estava me sentindo uma vadia e estava adorando!!!!! Adoro fazer sexo oral, mas minha buceta estava em chamas e eu ainda não havia gozado.
Deitei cansada no tapete da sala... Felipe se aproveitou e deitou sobre meu corpo e começou chupar meu pescoço, começou a me beijar, nos beijávamos loucamente, sentia o calor de sua boca, sua língua, ele foi descendo e chegou aos meus peitos...Um de cada vez, mordiscava cada pedacinho...Chupava como se estivesse mamando, desceu pro meu umbiguinho, beijando...
Foi descendo mais um porquinho, logo acima da minha xaninha, e cada vez mais eu pedia pra ele descer, mas não o fez...Ele começou contornar toda minha xana molhadinha, desceu a língua na parte interna das minhas coxas me deixando louca, depois desceu para os meus pés, me fazendo abrir mais ainda as pernas e pedir pra ser penetrada...Bruno chegou viu a cena e ficou assustado!
-O cara vai chegar e vai nos matar! Disse
Falei para ele não se preocupar pois Rogério iria demorar.
Chamei-o para perto de nós e ele resolveu participar também, chegou perto de mim, e meio sem jeito começou a me beijar na boca. Felipe beijava minhas pernas, estava louca de tesão, beijava meus pés, minha panturrilha, eu estava dorando ser devorada pelos dois garotos. Felipe então foi subindo e abriu minhas pernas e de uma vez puxou a calcinha do meu biquini me deixando nua.
Minha xaninha depilada estava pedindo para ser penetrada, ele então colocou seu pintinho na minha vagina,eu me preocupei pois estava sem preservativo, mas o tesão falou mais alto e pedi que ele me penetrasse. Ele então colocou a cabecinha bem devagar e começou um vai e vem gostoso, eu aproveitei e comecei a chupar o pau do Bruno, foi quando Rogério entrou e viu a cena! Os garotos quase morreram não sabiam o que fazer!
Rogério com um cara estranha, apenas disse: Bela vagabunda você Luciane, se entregando para dois moleques! E num ato contínuo falou para proseguirmos, os garotos não sabiam mais o que fazer, foi então quando Rogério me pegou e fez com que eu deitasse em cima dele, como uma bela domadora para cavalgar!
Encaixei seu pau no meio de minhas pernas que a pouco estava sendo penetrada por um garoto, havia liquido do garoto, o que facilitou a penetração. Começamos a nos movimentar, e ele aproveitou e abriu com as mãos a minha bunda e falou para os garotos, quero um de vocês aqui, passando seu dedo no meu ânus. Bruno chegou meio sem jeito e apontou seu mastro na porta da minha bundinha, arrebitei mais, Rogério parou o vai-e vem e ficamos parados, enquanto Bruno forçava a entrada de seu pênis no meu ânus, estava apertado e não entrava. Rogério então resolveu facilitar, colocou um dedo, depois dois e depois três dedos na minha bundinha, abrindo aos poucos..Bruno se posicionou novamente e colocou a sua cabecinha, senti um pouco de dor, e ele continuou a forçar, cedia pouco a pouco...começamos a nos movimenta bem devagar, Rogério por baixo e Bruno por cima, eu não estava mais aguentando de tesão, Felipe chegou e colocou seu pau na minha boca, eu chupava enquanto era fodida na buceta e no cú!
Não estava mais aguentando, não dava mais para resistir e gozei loucamente em um grito...ohhhhhhhhhhhh!
Sem jeito, sai daquela posição e deitei no chão, assustada, tanto o garoto com meu marido não haviam gozado ainda, Felipe veio perto de mim, e num ato instintivo abri minhas pernas para o garoto, que não pensou duas vezes e colocou seu penis em minha vagina, fizemos um vai-e-vem bem devagar, gostoso, senti o garoto ejacular dentro de mim! Fui a loucura com isso! Virei-me de barriga para o chão ficando com minha bunda para cima, sabia que os garotos não iriam resistir, Bruno chegou, deitou por cima de mim, e colocou seu penis por entre as minhas pernas, senti o calor do garoto, num movimento que me levou a loucura, senti os jatos de porra inundarem minha boceta!
De minhas pernas escorria esperma dos dois garotos. Rogério me pegou, sentou do chão e pediu que eu sentasse por cima, de costas pra ele, sentei, mas ele queria minha bundinha, abri aos poucos e meu anus foi sendo penetrado até a base de seu pinto, fiquei deitada com as costas em seu peito, de pernas abertas, Felipe se aproximou novamente e começou a enfiar os dedos em minha boceta enquanto Rogério se deliciava com seu pênis em meu anus, o garoto colocou 2, 3, 4 dedos, encaixou a mão toda em minha vagina que ja estava toda aberta, gozei loucamente mais uma vez!!!
Depois dessa transa fui colocar meu biquini, para sair logo dali. Hoje em dia nós somos amigos mais nunca mais, eu e meu marido fizemos outra loucura dessas.





Meu cunhado me comeu gostoso

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Eu tinha 18 anos e namorava há dois. O irmão do meu namorado era um gato e ficamos amigos. Dois anos de convivência depois e eu já sem vergonha, sempre pensava nele. Tinha vontade de experimentar meu cunhado, era isso.
Uma noite dormi na casa do meu namorado e uns amigos ligaram de madrugada. Tinham se metido numa confusão qualquer e precisavam de ajuda. Ele foi para a delegacia e fiquei na casa dele. No quarto ao lado dormia o gostosinho do cunhado. Estávamos sozinhos.

Minha tática foi ousada. Comecei a me masturbar deitada, de porta aberta e gemendo alto. Inocente ou não, ele perguntou: "Posso te ajudar?". E imediatamente fui pro quarto dele. Nos enroscamos ali mesmo em cima da cama de
solteiro e ele prontamente enfiou os dedos na minha bucetinha safada e latejante. Dei pra ele gostoso no franguinho assado. Fui passivamente comida, sem fazer esforço algum. E fui bem comida, viu... depois lancei-o no chão e cavalguei muito naquela pica pedindo pra ele me dizer as piores baixarias que conhecesse. Ele perguntava se gostava de dar pro irmão dele, qual pica era mais
gostosa (e as duas eram!) e minha xana não queria desgrudar daquela carne deliciosa. Levantei bruscamente e coloquei a buceta na cara dele e fizemos um 69 impressionantemente prazeroso. Chupei as bolas, o pau, mordi, mordisquei. Me lambuzei. E decidi que daria pela primeira vez meu cuzinho. E pedi pra ele ser cuidadoso porque era virgem por aquelas bandas. Ele, como uma lady, desvirginou meu cuzinho num vai e vém sutil e tesudo. Eu gritava de prazer e tinha o cu comido com a buceta acariciada. Duas horas depois voltei pro meu quarto e dormi.
Quando meu namorado chegou, minha buceta acordou novamente. Queria dar pros dois na mesma noite. No mesmo lugar. Esperei ele se deitar, arranquei sua cueca e
perguntei se podia chupá-lo um pouco. Comecei pela cabeça com movimentos beeem leves, pra ele sussurrar de tesão. Depois suguei o pau todo, prensando em minha boca eternamente carnuda. Quando o mastro dele estava insuportavelmente em pé,sentei bem devagar deixando apenas a cabeça entrar. E ali rebolei. Ele gemeu mais alto. E eu pedi que ele gemesse com vontade. Queria que o irmão dele
ouvisse. Tirei minha buceta do pau dele e voltei a chupá-lo. Tomei uma gozada na cara saborosa. Então fiquei de quatro e pedi pra ele me comer a bucetinha inteira, até o fundo porque eu estava morta de tesão. Ele comeu com força, devagar, com força, devagar. E parou pra me chupar enquanto eu estava ali, com o reguinho na cara dele.

Com a mesma conversa, falei que era virgem do cuzinho mas queria perder com ele. E mais sutilmente ainda ele encaixou seu pau duro e gostoso em meu rabo enquanto
perguntava se eu queria eternamente ser a putinha dele. Que enrabadas gostosas eles tinham! Não sei qual era melhor. E gemi, berrei de prazer pro irmão dele ouvir que eu agora dava pro outro querendo provocá-lo.

Fomos dormir cansados. E quanto a ele eu não sei, mas eu dormi realizada....