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domingo, 2 de outubro de 2016

Não resisti aos garotos

Spice Sex Shop - Franquia de Sex Shop

Esse fato aconteceu, ano passado, é verídico, resolvi escrever após pensar muito e refletir sobre a questão.
Meu nome é Luciana, tenho 35 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Rogério, meu marido, tem 38 anos, 1,75m, e é bem bonito, não temos filhos. Nosso relacionamento é bem resolvido sexualmente e somos um ótimo casal.
Moramos em Natal e estamos casados há oito anos. Somos de Santa Catarina, e viemos para Natal em busca de novos campos profissionais.
Logo que chegamos, parecíamos turistas, e queríamos conhecer as belezas do lugar. Como Rogério trabalhava durante toda a semana fizemos um trato: eu iria conhecendo os lugares e depois nos finais de semana iríamos juntos aos que mais tivessem me agradado. Adoro praia, e a idéia era principalmente conhecer as praias da região. As praias são maravilhosas e pela época do ano, estavam bastante desertas.
Foi no dia em que resolvi visitar a praia do Cocal que é uma praia linda, de uns dois quilômetros de orla, toda margeada por coqueiros, que conheci Márcia, seu filho Bruno e o amigo dele Felipe.
Márcia era de São Paulo, tinha alugado uma casa junto com sua irmã e o marido dela, bem na beira do mar, pra passar as férias.
Apesar da imensidão de praia pra ficar as pessoas se reuniam perto da única barraca de praia existente, pra poder tomar uma água, ou comer alguma coisa, e também por causa da ducha com água doce que o dono da barraca pôs para os fregueses. Foi ali que nos conhecemos. Comentamos sobre a beleza da praia, e ela me perguntou de onde eu era por causa do sotaque e assim começamos a conversar sobre amenidades. De um papo cordial na beira do balcão ela me perguntou se eu estava sozinha e se não queria sentar com ela pra gente continuar conversando. Achei ótimo, pois já estava de saco cheio de praia deserta sem ninguém pra conversar. Peguei minha canga e estendi ao lado da dela. Senti nessa hora que atraí a atenção dos garotos, que disfarçadamente notavam as minhas formas. Naquela manhã eu estava usando um biquíni branco e azul, que deixava de fora quase toda a minha bunda, e por isso achei normal a agitação. Márcia também percebeu os sorrisos, e fez uma pequena chacota com os dois meninos dizendo que os homens entram na adolescência pra nunca mais sair. E depois emendando, disse que ainda teriam de comer muito feijão com arroz, pra um dia terem uma mulher que não fosse de papel. Os dois riram de nervoso, e quase se enterraram na areia de vergonha. Márcia era uma mulher simpática e despachada, dessas que não ficam com muita frescura em dizer as coisas. Gostei dela de cara.
Ficamos num papo gostoso, regado cerveja, quando resolvi de ir ao mar pra fazer um xixi. Márcia também se levantou, dizendo que ia pegar mais cervejas.
O mar da praia do Cocal é um pouco agitado, e mesmo pra quem sabe nadar requer cautela. Os meninos já estavam ambientados e nadavam depois da arrebentação. Pra não ficar na cara o que eu estava fazendo, e também pra dar tempo pro xixi sair, resolvi dar um mergulho. Que engano. Fui traída pela profundidade do chão e o retorno de uma onda me tragou para o centro de uma nova onda que se formava, e assim fui arremessada tomando um caixote daqueles desconcertantes. Levantei tossindo água e tentando retirar o cabelo com areia da minha cara. Uns cinco segundos se passaram e quando me recompus notei que os meninos olhavam pra mim, mais fixamente pros meus seios, que só então notei, estavam completamente a mostra.
Voltei pra casa lembrando da imagem, do rosto daqueles dois, olhando pra mim naquela situação. À noite contei a história ao Rogério, ele achou graça, e me recomendou mais cuidado com o mar. Brincou dizendo que os garotos deviam me homenagear no banheiro àquela noite.
De alguma forma isso fez com que eu me sentisse um pouco perturbada por imaginar que eles pensariam em mim enquanto batiam suas punhetas naquele dia.
Márcia era a primeira, e até então, única pessoa que conhecia na cidade, e marcamos de nos encontrar na praia no dia seguinte, afinal era bom ter alguém pra conversar. Por tudo que tinha acontecido, não teve como não lembrar dos garotos na hora de escolher o biquíni de manhã. Inicialmente eu tinha pensado em um preto, de crochê, que me cobria um pouco mais, mas então resolvi colocar um branco, de lacinho que eu não usava há muito tempo por achar pequeno demais. Além disso o forro era uma porcaria e quando ele molhava acabava ficando semi transparente e dava pra ver um pouco da minha xaninha. No meu íntimo, sabia que queria provocar os garotos, mas não admitiria isso nem pra mim mesma. Também estava com medo do que a Márcia iria achar.
Quando cheguei à praia só Márcia estava na areia e os meninos ainda estavam dormindo. Ela viu o tamanho do meu biquíni e brincou dizendo, que infelizmente ela não tinha mais condições de usar um daqueles, mas que achava lindo biquínis fio dental, e completou dizendo que assim eu acabaria matando os meninos. Nós duas rimos.
O Sol estava ótimo e aproveitava a oportunidade para acertar a marquinha do biquíni, que ia ficando menor. Às onze horas, os meninos chegaram à praia juntos com a irmã de Márcia e seu marido. Confesso que na hora me senti um pouco mal, com os olhares de poucos amigos com que a irmã dela me olhou, mas depois pensei: quer saber? Dane-se. Eu nunca mais devo encontrar essas pessoas de novo. Se ela me achou vulgar, se me achou uma vadia o problema é dela. Aí nessa hora, fiquei com raiva de ter sido repreendida por aquele olhar e pra provocar me levantei e resolvi ir pra água bem devagarinho, que era pro marido dela poder ver bem a minha bunda. Na água os meninos já se divertiam, e desta vez fui mais cuidadosa ao entrar. Passei a arrebentação e com o movimento do mar, fui chegando mais perto dos meninos. Minha chegada fez o assunto acabar e então, pra descontrair comentei que o mar estava mais calmo, e que naquele dia não teríamos acidentes. Os dois riram sem graça. Apesar do tamanho, os dois ainda não tinham a menor idéia de como falar com uma mulher e acho que era isso que eu gostava naquela situação. Da inexperiência, da inocência deles.
Não sei o que me deu na hora, estava me sentindo meio adolescente também, e num movimento rápido dei um mergulho e depois me levantei rápido, fazendo com que meus peitos quase desnudos naquele sutiã transparente, passassem propositadamente da linha dá água. Sorri pra eles e nadei de volta pra areia.
Voltando pra areia minha cabeça estava a mil, e comecei a falar comigo mesma - O que você está fazendo?! Está flertando com dois garotos na frente da mãe deles! Pelo amor de Deus tenha juízo!!
E assim recobrei a razão, e resolvi que ia parar com aquela brincadeira.
Voltei pra minha canga pouco me importando com a recalcada da irmã da Márcia, e fingi não ver quando o marido dela me acompanhou com os olhos.
Quando foi chegando perto das duas horas, o pessoal começou a se agitar para sair da praia, para ir almoçar. Márcia me convidou pra comer com eles, mas não me senti à vontade pra aceitar, e pra não ficar chato disse que tinha um compromisso ainda aquela tarde. Combinamos então uma nova praia para o dia seguinte e disse a ela que iria conhecer meu marido, pois o dia seguinte era um sábado.
À noite Rogério me perguntou como tinha sido meu dia e lhe contei sem maiores detalhes com medo que ele me achasse uma tarada, sei lá! Falei do papo com a Márcia, que ela era legal e que ele iria conhecê-la no dia seguinte.
Jantamos e fomos pra cama ver tv.
Na manhã seguinte, levantamos cedo tomamos café, arrumamos as coisas pra passar o dia na praia, e partimos. Chegamos à praia sem tocar no assunto.
Márcia novamente estava sozinha. Apresentei-a ao Rogério e ficamos bebericando umas cervejinhas, enquanto Rogério se aventurou com uma caipirinha.
A irmã de Márcia então também apareceu no portão e de longe ficamos observando uma conversa com rostos sérios, seguida de abraços. Com certeza não eram boas notícias. Márcia entrou e uns vinte minutos depois apareceu novamente no portão. Um pouco abatida ela veio até nós e disse que infelizmente o sogro de sua irmã havia falecido e que ela teria de nos deixar naquela tarde, pois teria de levá-los de carro até Sobral que fica a umas quatro horas de distância, onde seria o velório. Mas que retornaria sozinha no dia seguinte. Demos os pêsames a família e aquela coisa toda, e no final quando ela já tinha juntado suas coisas da areia disse:
- Os garotos estão ficando. Se vocês precisarem usar um banheiro ou de alguma na casa é só falar com eles..... ......dá uma olhada neles pra mim, disse por fim.
Duas horas depois, estávamos torrando no Sol, Rogério começou com uma história de que precisava ir ao banheiro. Como assim precisava ir ao banheiro?
- Os homens não fazem do mundo o seu banheiro? - perguntei
- Só em alguns casos, e esse não é o caso agora. Vamos lá na casa. Não tem problema usar o banheiro deles.
- Vai lá você e pede então retruquei
- Mas eu nem conheço os moleques amor. Porra, se fosse pra você eu daria uma força. Ou então vamos ter que ir embora.
A contragosto pegamos nossas coisas e fomos bater na casa. Felipe recebeu a gente de bermuda e sem camisa. Disse que não tinha problema nenhum em usarmos o banheiro. Lá foi o cagão do Rogério se enfiando casa adentro, enquanto eu me preocupava em cobrir a bunda com a canga.
Sozinhos na porta do banheiro, Rogério virou-se pra mim e disse:
- Querida me espere um minuto que eu já venho. E me pegando desprevenida, com um movimento rápido puxou minha canga, entrou no banheiro e fechou a porta.
Fiquei sem reação. Estava praticamente nua naquele corredor. Se os garotos aparecessem iam se deparar comigo com a bunda quase que inteira à mostra no meio da casa. Eu ia esfolar o Rogério por essa. Quando eu já ia bater na porta, aquilo que eu previra aconteceu. Bruno apareceu no corredor. Pela sua cara deu pra notar que ele não esperava que eu estivesse só de biquíni, ali, em pé no corredor.
Ele me sorriu sem malícia, e me vendo em pé na porta do banheiro, disse que se eu quisesse havia outro banheiro na casa.
Agradeci. Não queria ir ao banheiro, queria era pegar minha canga de volta, e simplesmente não tinha para onde ir. Ainda mais de biquíni pela casa.
Pra não ficar sem dizer nada lhe perguntei se ele conhecia o finado e tal, ao mesmo tempo em que procurava me manter de frente pra ele. Me sentia nua no corredor. Pra piorar, pelo outro lado do corredor apareceu o Felipe e agora só se eu ficasse de costas pra parede é que minha bunda não ia ser devorada pelos olhos daqueles dois garotos.
Insolitamente uma conversa de pasmaceiras se estabeleceu naquele corredor e por um momento senti que os garotos estavam se aproveitando da situação. Sem jeito, comecei a mudar o peso de uma perna para a outra, num movimento repetitivo que só me embaraçava mais.
O Rogério finalmente saiu do banheiro. Vendo que estávamos todos na porta ainda brincou:
- Estavam todos me esperando?!
Puta da vida peguei minha canga da mão dele e entrei no banheiro. Desta vez ele realmente tinha me sacaneado. Afinal o que ele estava querendo com aquilo? Se ele achava que alguma coisa iria acontecer estava muito enganado disse para mim mesma sem muita convicção. O calor no meio das minhas pernas me desmentia e não havia como negar que aquela situação estava me dando um tesão danado.
Quando saí do banheiro não havia ninguém lá. Andei pela casa e chegando a sala, encontrei o Rogério sentado com os garotos, junto à uma mesa com tampo de feltro, embaralhando cartas. Naturalmente ele perguntou:
- Quer jogar pôquer querida?
Fiquei sem graça e não me ocorreu nada de esperto pra dizer na hora. Pensei comigo: Foda-se. Se é isso que ele quer vamos ver até onde essa brincadeira vai.
- Ok! Respondi sentando ao seu lado.
Depois de umas dez mãos de cartas o jogo já estava mais descontraído e Rogério se esforçava para isso, fazendo piadas e mexendo com os garotos. Não demorou a fome apertou. Rogério sugeriu que pedíssemos pizza, o que foi prontamente aceito por todos.
O jogo estava mais animado, os garotos estavam ganhando e então Rogério sugeriu que apostássemos:
- Pôquer não é pôquer sem apostas. Quanto vocês têm de dinheiro?
Os garotos se olharam meio sem jeito e então Rogério completou:
- tudo bem não precisa ser a dinheiro. Vamos apostar prendas. O cacife inicial de cada um será de dez fichas. Quem precisar de um novo cacife paga a prenda.
Todos concordaram. O clima na mesa já era bem descontraído apesar de os garotos falarem pouco. Em três mãos de carta Bruno perdeu seu cacife e como Rogério havia ganho aquela mão resolveu ditar a prenda:
- Um novo cacife vale uma prenda meu rapaz! Você vai ter que chupar o dedão do pé da Luciana por um minuto!
Aquela frase cortou o ar como se fosse um raio, cheia de eletricidade. O ambiente estava exatamente assim: elétrico. Todos nós enfim rimos e Felipe ficou zombando do amigo.
Sem dar muito tempo pra que pensássemos, Rogério ergueu minha perna direita que estava ao seu lado, colocando-a sobre a mesa. Modéstia a parte, gosto muito dos meus pezinhos.
- Vai meu caro, você não tem muita escolha. Aproveita que é um pezinho lindo desse e pensa que podia ser pior: você poderia ter de dançar na boquinha da garrafa disse Rogério.
O garoto totalmente sem graça, segurou meu pé com uma das mãos, e quando vi já estava em sua boca. Rogério e Felipe provocavam: - ainda faltam cinqüenta segundos!
De início, ele estava com o dedo simplesmente enfiado em sua boca. Sem chupar ou fazer qualquer movimentação. Mas pela posição dele, com o rosto para baixo tinha que chupar meu dedo para engolir a saliva de sua boca. Diante daquela situação resolvi provocá-lo. Comecei a mexer com o dedo dentro de sua boca e ele sem poder dizer nada só levantou os olhos o suficiente para ver minha cara de sapeca. Olhando nos olhos dele comecei a forçar a entrada de outro dedo em sua boca, e depois mais outro, e então todos os dedos em sua boca. Todos os dedos de meu pé estavam dentro de sua boca, e sua língua não tinha pra onde fugir sem me lamber os dedos. Sob assobios e palmas Bruno retirou sua boca do meu pé. Lancei-lhe um olhar sacana como quem agradece uma gentileza e pela sua cara ele também tinha gostado da experiência.
O jogo recomeçou. A experiência de Rogério pouco à pouco ia fazendo a diferença, e todos nós, inclusive Bruno com seu segundo cacife, fomos ficando sem fichas. Fugi de todas as rodadas seguintes com medo de perder e o Rogério aprontar uma pra mim. Deu certo! Foi Felipe quem acabou ficando sem fichas primeiro. Como Bruno é quem havia ganho aquela rodada coube a ele decidir a prenda de seu amigo. Sem titubear ele disse:
- Você vai ter que chupar o outro pé, só pra deixar de ser malandro.
Eu que já estava com a boceta ensopada por toda aquela situação. Simplesmente levantei a outra perna, mas dessa vez, ao invés de deixar os dedos apontando para cima, forcei o pé para que ficasse chapado. Felipe não sabia o que fazer e era isso que eu queria. Levantei então, somente o dedão e ele esperto entendeu que era ali que ele ia chupar. Baixou a cabeça e começou. Dessa vez um silêncio tomou conta da sala por um minuto até que ele terminasse.
Pra quebrar o gelo disse rindo, que estava me sentindo uma rainha tendo os pés beijados daquela forma. Os dois estavam excitados com a brincadeira e a pizza chegou pra dar uma acalmada nos ânimos.
Rogério pagou a pizza e os dois foram a cozinha pegar os pratos.
Foi então que Rogério chegou ao meu ouvido dizendo:
- amor estou morrendo de tesão!
- Eu também estou adorando. Acho que vai acontecer alguma coisa, disse excitada. Mas eu estou com vergonha de você aqui pra seduzir os meninos e acho que a sua presença inibe eles também. Você podia dar uma saída e voltar em uma hora sugeri.
A idéia não agradou em cheio a ele, mas como era pra facilitar ele acabou aceitando. Assim, comemos a pizza, conversamos um pouco e então quando os dois sugeriram que voltássemos ao pôquer, o Rogério disse que iria pegar uma caipirinha na barraca e que talvez desse uma caminhada na praia para digerir a pizza, mas que podíamos ir jogando sem ele. Já eram umas 6 horas da tarde, mas ainda fazia bastante calor.
Foi uma retirada perfeita. Mal Rogério saiu, retornamos ao nosso jogo.
Eu estava excitadíssima com a missão de deixar aqueles dois com tanto desejo, a ponto de serem capazes de avançar o sinal comigo. Mas queria que acontecesse quase que naturalmente.
Assim, recomeçamos o jogo. Eu estava louca pra perder pra ver o que eles me mandariam fazer. Como estava com poucas fichas, em duas mãos de carta perdi tudo e precisei de um novo cacife. Era Bruno que devia indicar a minha prenda. Ele me olhou com um sorriso, olhou para o amigo e por fim disse que não sabia o que propor. Pelo jeito como ele já tinha me olhado não era falta de imaginação, mas de coragem. Vendo que não ia ter jeito, me levantei e disse:
- Então vamos fazer o seguinte, já que o Rogério saiu, vou jogar sem a minha canga pra vocês apreciarem a beleza da minha companhia, e essa fica sendo a minha prenda. Pode ser? perguntei ao mesmo tempo que virava de costas para a mesa e tirava a canga.
Bruno não conseguiu falar nada. Seu rosto estava vermelho e ele estava visivelmente abalado. Achei até que tinha sido demais. Foi Felipe que conseguiu dizer simplesmente OK!, e então me sentei para continuarmos.
Antes que voltássemos a dar as cartas resolvi decidir de antemão qual seria a próxima prenda, pra coisa fluir mais rápido. Assim sugeri que continuássemos com o que eu já tinha começado. Quem perdesse deveria tirar uma peça de roupa.
Os dois começaram a se soltar mais e Felipe brincou dizendo que agora eu tinha pouca coisa a barganhar. Mais do que você pode ver respondi sorrindo.
Mesmo jogando propositadamente desleixada, não consegui perder minhas novas fichas em apenas duas rodadas. Era Bruno quem ia precisar de outro cacife.
Bruno estava apenas de bermuda e portanto teria de ficar só de sunga ou cueca.
Ele começou a ficar vermelho, tentando se safar disse que sua prenda poderia ser outra coisa que escolhêssemos. Mas eu não concordei. Disse que havíamos combinado antes e que se fosse eu teria perdido a parte de cima do biquíni. Bruno não sabia o que dizer, e diante da minha pressão virou-se de costas, abaixou a bermuda ficando apenas de sunga e, rapidamente virou-se, e sentou-se.
Apesar da manobra ele não conseguiu esconder o que queria: sua ereção dentro da sunga. Nessa hora achei que era o momento de escrachar de uma vez.
- Você tem uma lanterna na sunga ou está feliz por me ver Bruno?
Antes que ele respondesse disparei: - você também está assim Felipe?
Talvez pela expectativa do momento ele não conseguiu dizer nada e apenas acenou positivamente com a cabeça.
Então vamos fazer o seguinte: uma nova aposta, se vocês ganharem de mim nesta rodada eu retiro mais uma parte do biquini, e se eu ganhar eu vocês vão ter que chupar meus pés novamente, só que dessa vez, com o pé inteiro, ou até onde ele entrar, combinado?!
Os dois aceitaram. Recebi as cartas. Uma trinca de ases. Troquei os três, afinal não queria ganhar. Deu certo. Cartas na mesa. Bruno ganhou.
Fiquei de pé e retirei a parte de cima do biquini, meus seios estavam durinhos de excitação e os meninos perceberam, o clima indicava que algo estava prestes a acontecer. Tomei coragem e falei aos dois que como não havia mais prendas a jogar, caso eu perdesse faria um carinho neles.
Voltamos ao jogo, outra rodada, e propositalmente perdi, Bruno ganhou novamente!
O clima então ficou de excitação pura. Os meninos estavam tensos, e eu apesar de estar disfarçando ser experiente, também estava nervosa, pois aquilo não deixava de ser novidade para mim, afinal era a primeira vez que tinha algum contato fora do meu casamento.
Os dois ainda estavam sentados. Disse então pro Felipe:
- como foi o Bruno que ganhou ele será o primeiro. Enquanto isso você vai até a varanda e fica de vigia pra avisar caso o Rogério esteja vindo.
Não sei porque disse aquilo, mas a verdade é que não queria que o Rogério me pegasse ali de surpresa.
Felipe então foi para a varanda e eu fiquei ali sozinha com o Bruno que continuava sentado.
- você vai ter que tirar essa sunga! Eu disse
Ele então se levantou tirou a sunga e tornou a sentar. Seu pinto era lindo. Nem grande nem pequeno, com a pele bem branca, quase rosado e com poucos pelos em volta. Olhei pra ele e sorri. Só de ver aquele pinto já estava com o coração em desembalada. Então me ajoelhei em frente a ele e com carinho segurei no seu instrumento. Estava duríssimo. Olhei pra cima, e dando uma lambidinha em seu saco perguntei a ele:
- alguma mulher já fez isso com você?
- não
- você já transou antes?
- não
- então aproveite que você tirou a sorte grande.
E segurando seu saco com uma das mãos, comecei a lamber lentamente de baixo para cima. Senti seu pau vibrando e no segundo seguinte, uma corrente de líquido saiu. Surpreendida, chupei com habilidade sem deixar escapar nem uma gota daquele gozo juvenil. Não esperava que ele gozasse tão rápido.
Estava com as pernas bambas e só de pensar que havia outro pau pra chupar em seguida escorria líquido pela minhas pernas.
Bruno estava com um sorriso que enchia seu rosto. Na hora pensei que aquele menino nunca iria esquecer o que acabara de acontecer. Sem saber o que dizer, colocou a sunga e foi avisar o amigo. Quando Felipe chegou eu ainda estava de joelhos em frente a cadeira.
Abri então sua bermuda e baixei suas calças de uma só vez. Seu pinto duro apontou em minha cara de um jeito bastante provocador. Felipe tinha um pinto diferente de todos que eu já tinha visto. Fazia uma engraçada curva pra direita, era moreno, também com pouco pelo em torno, e era comprido, devia ter uns dezoito centímetros. Um pintão.
Felipe não se sentou. Fazia uma pose de mais experinte, colocando as mãos na cintura e olhando para baixo como quem diz : - estou esperando mas era só pose.
Ajoelhada em sua frente, disse a ele que seu pau era muito grande e era pra ele ir com calma comigo. Ele deu um sorriso, e vi seu ego ir nas alturas. Com calma, segurei se pinto pela base, e bem devagarinho dei início a um entra e sai da minha boca, tentando retardar um pouco seu gozo. Aos poucos ele começou a ritmar umas estocadas em minha boca e assim tinha de manter uma mão sempre na base pra evitar que me invadisse a garganta. Ele estava muito espertinho pra um garoto, e resolvi tomar conta da situação. Com a mão direita que estava livre segurei o seu saco e em seguida esfreguei com a palma da mão até o meio do saco. Repeti o movimento umas duas vezes ...
- calma! não faz isso! disse ofegante
- o que foi?? Retruquei! Porque não?
Ele me olhava sem saber o que dizer
- se você não quiser nós podemos parar por aqui então - sugeri.
Ele continuava sem saber o que falar.
- vem cá pra eu não vou arrancar nem um pedaço seu eu prometo!
Ele ainda estava receoso, então eu disse olha, também fiz com o Bruno e ele gostou. Você também vai gostar. Eu te prometo. Se não estiver bom eu paro, ok?!
Ele então sem dizer nem uma palavra se aproximou novamente, parou em minha frente, pôs as mãos na cintura e olhou pra cima.
Antes de recomeçar, retornei exatamente a posição anterior. Com uma das mãos espalmada em seu saco e a outra segurando a base do seu pênis. Ao mesmo tempo em que ia enfiando seu pau em minha boca bem devagarzinho, iamassagenado seu saco. Ele estava tenso. Comecei então com movimentos mais vigorosos nas chupadas .Pouco tempo seu pau estava batendo com força na minha garganta; Daí pra frente parei de movimentar minha cabeça e fui aumentado a velocidade da minha mão, até que ele não agüentou mais e explodiu num gozo de jatos fortíssimos e abundantes dentro da minha boca.
- eu não disse que não ia tirar pedaço?!!
perguntei assim que consegui engolir tudo
- foi gostoso respondeu com cara de satisfação.
Sentei novamente na cadeira para recuperar um pouco o fôlego. Estava me sentindo uma vadia e estava adorando!!!!! Adoro fazer sexo oral, mas minha buceta estava em chamas e eu ainda não havia gozado.
Deitei cansada no tapete da sala... Felipe se aproveitou e deitou sobre meu corpo e começou chupar meu pescoço, começou a me beijar, nos beijávamos loucamente, sentia o calor de sua boca, sua língua, ele foi descendo e chegou aos meus peitos...Um de cada vez, mordiscava cada pedacinho...Chupava como se estivesse mamando, desceu pro meu umbiguinho, beijando...
Foi descendo mais um porquinho, logo acima da minha xaninha, e cada vez mais eu pedia pra ele descer, mas não o fez...Ele começou contornar toda minha xana molhadinha, desceu a língua na parte interna das minhas coxas me deixando louca, depois desceu para os meus pés, me fazendo abrir mais ainda as pernas e pedir pra ser penetrada...Bruno chegou viu a cena e ficou assustado!
-O cara vai chegar e vai nos matar! Disse
Falei para ele não se preocupar pois Rogério iria demorar.
Chamei-o para perto de nós e ele resolveu participar também, chegou perto de mim, e meio sem jeito começou a me beijar na boca. Felipe beijava minhas pernas, estava louca de tesão, beijava meus pés, minha panturrilha, eu estava dorando ser devorada pelos dois garotos. Felipe então foi subindo e abriu minhas pernas e de uma vez puxou a calcinha do meu biquini me deixando nua.
Minha xaninha depilada estava pedindo para ser penetrada, ele então colocou seu pintinho na minha vagina,eu me preocupei pois estava sem preservativo, mas o tesão falou mais alto e pedi que ele me penetrasse. Ele então colocou a cabecinha bem devagar e começou um vai e vem gostoso, eu aproveitei e comecei a chupar o pau do Bruno, foi quando Rogério entrou e viu a cena! Os garotos quase morreram não sabiam o que fazer!
Rogério com um cara estranha, apenas disse: Bela vagabunda você Luciane, se entregando para dois moleques! E num ato contínuo falou para proseguirmos, os garotos não sabiam mais o que fazer, foi então quando Rogério me pegou e fez com que eu deitasse em cima dele, como uma bela domadora para cavalgar!
Encaixei seu pau no meio de minhas pernas que a pouco estava sendo penetrada por um garoto, havia liquido do garoto, o que facilitou a penetração. Começamos a nos movimentar, e ele aproveitou e abriu com as mãos a minha bunda e falou para os garotos, quero um de vocês aqui, passando seu dedo no meu ânus. Bruno chegou meio sem jeito e apontou seu mastro na porta da minha bundinha, arrebitei mais, Rogério parou o vai-e vem e ficamos parados, enquanto Bruno forçava a entrada de seu pênis no meu ânus, estava apertado e não entrava. Rogério então resolveu facilitar, colocou um dedo, depois dois e depois três dedos na minha bundinha, abrindo aos poucos..Bruno se posicionou novamente e colocou a sua cabecinha, senti um pouco de dor, e ele continuou a forçar, cedia pouco a pouco...começamos a nos movimenta bem devagar, Rogério por baixo e Bruno por cima, eu não estava mais aguentando de tesão, Felipe chegou e colocou seu pau na minha boca, eu chupava enquanto era fodida na buceta e no cú!
Não estava mais aguentando, não dava mais para resistir e gozei loucamente em um grito...ohhhhhhhhhhhh!
Sem jeito, sai daquela posição e deitei no chão, assustada, tanto o garoto com meu marido não haviam gozado ainda, Felipe veio perto de mim, e num ato instintivo abri minhas pernas para o garoto, que não pensou duas vezes e colocou seu penis em minha vagina, fizemos um vai-e-vem bem devagar, gostoso, senti o garoto ejacular dentro de mim! Fui a loucura com isso! Virei-me de barriga para o chão ficando com minha bunda para cima, sabia que os garotos não iriam resistir, Bruno chegou, deitou por cima de mim, e colocou seu penis por entre as minhas pernas, senti o calor do garoto, num movimento que me levou a loucura, senti os jatos de porra inundarem minha boceta!
De minhas pernas escorria esperma dos dois garotos. Rogério me pegou, sentou do chão e pediu que eu sentasse por cima, de costas pra ele, sentei, mas ele queria minha bundinha, abri aos poucos e meu anus foi sendo penetrado até a base de seu pinto, fiquei deitada com as costas em seu peito, de pernas abertas, Felipe se aproximou novamente e começou a enfiar os dedos em minha boceta enquanto Rogério se deliciava com seu pênis em meu anus, o garoto colocou 2, 3, 4 dedos, encaixou a mão toda em minha vagina que ja estava toda aberta, gozei loucamente mais uma vez!!!
Depois dessa transa fui colocar meu biquini, para sair logo dali. Hoje em dia nós somos amigos mais nunca mais, eu e meu marido fizemos outra loucura dessas.





Meu cunhado me comeu gostoso

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Eu tinha 18 anos e namorava há dois. O irmão do meu namorado era um gato e ficamos amigos. Dois anos de convivência depois e eu já sem vergonha, sempre pensava nele. Tinha vontade de experimentar meu cunhado, era isso.
Uma noite dormi na casa do meu namorado e uns amigos ligaram de madrugada. Tinham se metido numa confusão qualquer e precisavam de ajuda. Ele foi para a delegacia e fiquei na casa dele. No quarto ao lado dormia o gostosinho do cunhado. Estávamos sozinhos.

Minha tática foi ousada. Comecei a me masturbar deitada, de porta aberta e gemendo alto. Inocente ou não, ele perguntou: "Posso te ajudar?". E imediatamente fui pro quarto dele. Nos enroscamos ali mesmo em cima da cama de
solteiro e ele prontamente enfiou os dedos na minha bucetinha safada e latejante. Dei pra ele gostoso no franguinho assado. Fui passivamente comida, sem fazer esforço algum. E fui bem comida, viu... depois lancei-o no chão e cavalguei muito naquela pica pedindo pra ele me dizer as piores baixarias que conhecesse. Ele perguntava se gostava de dar pro irmão dele, qual pica era mais
gostosa (e as duas eram!) e minha xana não queria desgrudar daquela carne deliciosa. Levantei bruscamente e coloquei a buceta na cara dele e fizemos um 69 impressionantemente prazeroso. Chupei as bolas, o pau, mordi, mordisquei. Me lambuzei. E decidi que daria pela primeira vez meu cuzinho. E pedi pra ele ser cuidadoso porque era virgem por aquelas bandas. Ele, como uma lady, desvirginou meu cuzinho num vai e vém sutil e tesudo. Eu gritava de prazer e tinha o cu comido com a buceta acariciada. Duas horas depois voltei pro meu quarto e dormi.
Quando meu namorado chegou, minha buceta acordou novamente. Queria dar pros dois na mesma noite. No mesmo lugar. Esperei ele se deitar, arranquei sua cueca e
perguntei se podia chupá-lo um pouco. Comecei pela cabeça com movimentos beeem leves, pra ele sussurrar de tesão. Depois suguei o pau todo, prensando em minha boca eternamente carnuda. Quando o mastro dele estava insuportavelmente em pé,sentei bem devagar deixando apenas a cabeça entrar. E ali rebolei. Ele gemeu mais alto. E eu pedi que ele gemesse com vontade. Queria que o irmão dele
ouvisse. Tirei minha buceta do pau dele e voltei a chupá-lo. Tomei uma gozada na cara saborosa. Então fiquei de quatro e pedi pra ele me comer a bucetinha inteira, até o fundo porque eu estava morta de tesão. Ele comeu com força, devagar, com força, devagar. E parou pra me chupar enquanto eu estava ali, com o reguinho na cara dele.

Com a mesma conversa, falei que era virgem do cuzinho mas queria perder com ele. E mais sutilmente ainda ele encaixou seu pau duro e gostoso em meu rabo enquanto
perguntava se eu queria eternamente ser a putinha dele. Que enrabadas gostosas eles tinham! Não sei qual era melhor. E gemi, berrei de prazer pro irmão dele ouvir que eu agora dava pro outro querendo provocá-lo.

Fomos dormir cansados. E quanto a ele eu não sei, mas eu dormi realizada....


Virgem em Desespero

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Sou casada a 5 anos meu marido e um homem muito reservado e muito quadrado,eu digo logo.                                                    A 7 anos atrás eu e ele namorava era uma passa e passa mão danada eu suava me desmanchava de vontade de dar para ele mais minha mãe dizia da mais esconde bem se eu descobri você esta frita porem.Faltando 3 meses para o nosso casamento, num final de semana minha mãe e pai sairão e só iriam voltar no domingo a noite meu noivo chegou sábado a noite em casa e falou e hoje que a gente vai transar então logo eu vou tomar banho meu noivo entrou atrás e ai pela primeira vez vi seu pirulito e ele viu meu parque de diversão assim que eu e ele chamava nossas partes intimas coisa de jovem bobos e virgens. Ao sair do banho se jogamos na cama.Eu não sabia como e tão pouco ele mais sabia que o pirulito dele tinha que estar durinho ai.Quando eu ia chupar o pirulito dele ele não deixou pedi para ele chupar meu parque de diversão ele não quis ai ele simplesmente colocou na meu parque de diversão e tirou meu cabaço num vem e vai gozamos juntos foi uma relação simples cem sal.Ele não gosto que eu chupo ele e não gosta que eu peço para ele comer meu cuzinho fico casada com ele por causa do dinheiro dos meus pais e dos pai deles estou contanto isso para vocês entender porque eu quero enfiar um par de chifre nele eu estou na secura deste o meu casamento nunca tive um orgasmo de verdade eu sou na verdade uma mulher casada e virgem não estou satisfeita com o relacionamento marido e mulher,não vou largar dele pela vida que levo uma vida de madame então estou atrás de um amante latina aquele amante come quieto estou na saudade do sexo estou na mão do primeiro que me convencer que e o verdadeiro amante eu estou querendo sexo de todo jeito de lado papai mamãe de quatro vaginal e principalmente anal.Se você que estiver por ai quer ser meu amante LÊ E VOTE NESTE CONTO ai eu vou adicionar você como amigo e depois que conhecer você ai vou te adicionar no meu MSN para conversar e meter.Da sua escritora casada novinha. ,,,,,,VOTE.......Isso desabafo total não parece um conto sim uma carta a procura de homem.Hoje tenho 23 anos.


Meu vizinho me comeu

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Olá meu nome é Jaqueline, e vou contar mais uma aventura minha, desta vez foi com um vizinho, o nome dele é Helio, 34 anos, alto gostoso, casado e tem um filhinho... Eles moram bem próximo a minha casa, e sua esposa conversa sempre com minha mãe, numa tarde de domingo ela estava na frente da minha casa conversando com minha mãe e o Helio se juntou a conversa, quando eu o vi, sem camisa de short fiquei louca, pois sempre o achei um tesão, e já havia percebido seus olhares para mim, então eu sai e fiquei próxima como quem não quer nada, como estava calor eu estava de shortinho bem curto e um top... Enquanto eles conversavam, eu ficava olhando para ele e brincando com meu cachorrinho, e abaixava na frente dele, e olhava com um sorrisinho no rosto para ele, e vi que ele olhava para minha bunda, a esposa dele não percebia pois estava conversando com minha mãe, foi então que eu passei a me insinuar ainda mais para ele,quando eu percebia que só ele olhava eu olhava para ele e passava a língua nos lábios, as vezes dava um tapinha na minha bunda e apontava pra ele, percebi que ele sorria e logo vi um volume crescendo em seu short, foi ai que ele pediu licença e foi pra dentro de casa... Minha mãe e sua mulher ainda conversavam, e como ele não estava mais ali eu resolvi entrar também. No dia seguinte a tudo normal, minha mãe foi trabalhar e eu fui para escola... Quando voltei da escola eu vi que ele estava no portão da casa dele conversando com o pedreiro que fazia a reforma da casa dele, eu acenei pra ele, ele acenou pra mim e eu entrei, almocei, tomei um banho, cheia de tesão por ter visto ele e imaginado coisas, coloquei um shortinho que chamava atenção e fui pra varanda, foi quando o vi passando em frente ao meu portão e olhando, ai eu gritei, __ Oi Helio! Ele logo parou e se aproximou do meu portão e falou,__ Oi Linny vc ta boa? Então eu disse __ Isso é vc que tem que dizer... e fui me aproximando do portão, ele começou a rir e disse ___ Ta muito boa... ontem vc me deixou doido sabia garota? Ai eu falei ___ hum, queria te deixar doido hoje, que estamos sozinhos... ele disse __ mas eu já estou doido vendo vc nesse shortinho... eu abri o portão e disse __ então pq vc não tira ele... ele olhou pros lados e entrou fechando o portão e me levando logo para dentro da minha casa e me beijando, foi um beijo de desejo, a gente gemia e se lambia, ele me apertava entre seu corpo e apertava minha bunda, passando seu pa que estava duro em minha xota, e falou __ vc é uma tentação garota, sempre tive vontade de te comer, na verdade todos os homens da rua tem, vc parece uma vadiazinha... e foi tirando minha camisa e chupando meus seios, e me jogou no sofá caindo por cima de mim, e eu já doida pra ele meter logo em mim, ele tirou meu short, e tirou o dele, nossa que pau duro que ele tava, ele ficou olhando pra mim nua e disse ___ nem sei por onde eu começo. Eu falei __ me come que eu morrendo de tesão, então ele deitou em cima de mim me beijando, chupado meu pescoço, segurou minha perna colocando meu joelho para cima, e começou a roçar seu pau na minha bucetinha, eu peguei seu pau com a mão e coloquei a cabecinha bem na portinha, então ele empurrou e entrou gostoso, eu estava toda molhadinha e ele todo melado, então entrou e eu já gemia, ele respirava ofegante e enfiava freneticamente, como se nunca tivesse comido uma garota antes, e bombava e gemia e eu gemia já estava sem ar de tanto tesão que eu sentia, aquele homem grande em cima de mim me desejando muito, de repente me veio um orgasmo gigantesco que instintivamente eu gritei, foi quando ele soltou um grunido também e gozou, senti aquele jato me enchendo por dentro e ele não para de mete e gemer, e eu tremendo de prazer... logo depois a coisa acalmou e ele ficou deitado em cima de mim, ainda com o pau dentro, eu sentia ele latejando e diminuindo, as vezes dava uns espasmos e dava uma crescidinha, mas ficamos ali deitados, sem pressa nos beijando e ele acariciando meu corpo, méis seios, minha bunda, perguntei a ele __ Vc sempre trai a sua mulher? Ele falou, __É a primeira vez, nunca tinha traído, e nunca tinha ficado com um menina tão mais nova que eu. Eu falei__ vamos tomar um banho juntos, não precisa se preocupar, minha mãe só vai chegar depois das 18:00, temos muito tempo pra nos curtirmos ainda... então fomos tomar banho, um banho morninho, gostoso, ficamos lá nos beijando e nos esfregando, ele já estava doido pra me comer de novo, nos secamos, ele me pegou no colo e foi me levando pra sala, então eu interrompi, ___Não!!, me leva pro meu quarto... e indiquei o caminho, chegado lá ele me colocou na cama e deitou junto, eu logo fui para o pau dele, que já estava quase no ponto, peguei nele e comecei a acariciar e olhando pra ele, então não resisti e cai de boca, chupei bem gostoso, ele falou ___ Nossa vc é uma safadinha mesmo, que delicia... enquanto eu chupava coloquei a bunda em sua direção, então ele começou a dedar minha buceta, que delicia, ele enfiava o dedo, e logo senti que ele acariciava com o dedão o meu cu, e logo estava enfiando o dedo na portinha do meu cu, então percebi que ele queria, então perguntei, __ Quer comer meu cuzinho? Ele logo se posicionou e respondeu __Claro, é o meu sonho... então eu dei uma ultima chupada, lambuzando bem seu pau para entrar melhor, fique de 4 e ele apontou logo seu pau na entrada do meu cuzinho, e foi forçando, no inicio doeu um pouco e foi difícil de entrar, mas eu estava muito exitada e falei __ vai mete esse pau gostoso no meu cu... então ele forçou mais um pouco e entrou até a metade, eu de um gritinho ___ Aaaaaaaiiiiiiiii, que delicia... então ele foi bombando de leve, só com a metadinha, nisso eu comecei a não sentir mais dor e sim prazer e aos poucos foi entrado mais, e logo estava todo dentro e eu sentia suas bolas batendo em minha xana, e logo ele já metia com mais força que dava até para ouvia o barulho de seu corpo batendo em minha bunda, e ele gemia e falava, __ Nossa como vc é gostosa, que bunda gostosa... e metia como um tarado, como um adolescente que nunca transou antes, e eu estava em êxtase, sabendo que eu tinha aquele homem aos meus pés, que ele me desejava, mais do que desejava sua mulher, e logo ele foi gemendo mais alto, quase gritado, eu olhava para sua cara, ele estava sem ar, gemendo e eu rebolava em seu pau, para o exitar mais ainda, e fazia força para apertar seu pau no meu cu, ele estava tendo orgasmo, mas como estava apertado ele não conseguia gozar, só gemia e gritava,___ Aaaiiii que gostoso, ai vou gozar... e eu senti aquele quentinho, dentro de mim, e ele gritava de felicidade, e eu sentia o gozo escorrer pra fora da minha bunda e escorrendo pela minha buceta, então ele caiu pro lado, e me puxou junto, ficamos de conchinha ofegantes, e ele ainda bombava no meu cu, sorrindo e gemendo, me agarrando forte pela cintura, e apertando meu seios.... o tempo passou, e nos cochilamos um pouco, quando acordamos já eram quase 17:00 quase a hora de sua esposa chegar, ele então se apressou, vestiu seu short, me beijos a boca, como se estivesse apaixonado, e falou ___ Adorei vc, espero repetir sempre com vc... eu falei ___ sempre que eu quiser eu te chamo... então ele correu pra casa...


Meu destino é pecar

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Não sei se estou certa. Com trinta e dois anos, divorciada aos vinte e sete, sem filhos, venho procurando dar um destino certo a minha vida.
        Um bom emprego, pois sou formada em Administração de Empresas, um apartamento maior e em melhor local do que onde moro atualmente, um homem, não um macho, mas um companheiro, filhos e todos os sonhos de uma mulher, que já tive e se foram rio abaixo. Dizem que sou uma mulher bonita. Olhos e cabelos cor de mel, pele dourada pelo sol sem excesso, rosto bem feito com os ossos determinados, o que dá expressão a minha cara.
        Sou elegante e não gosto de roupas vulgares, sem ser metida a besta, ou aprendiz de socialite. Mas tenho o corpo em fogo, quando vejo um homem atraente, um macho. Não gosto destes trogloditas musculosos, mas de homens com cara de homem, de macho, cheiro, falar e olhar penetrante, daqueles que quando encaram a gente só pensamos em tê-los presos nos nossos braços. Sou assim, com meu metro e setenta e dois, sessenta quilos, cintura fina, quadril largo, coxas grossas e fortes, bunda segura e seios atrevidos. Sou fêmea, mulher que sabe dar prazer a um homem, e sentir seu gozo com toda intensidade. Talvez tenha sido este o motivo da minha separação. Meu marido não estava à minha altura, sentiu isso e não lutou para me manter junto dele.
        Por ocasião do nosso divórcio, trabalhava no escritório do meu advogado um jovem estagiário. Seu único defeito era a pouca idade, vinte e três anos. Tão logo nos vimos, houve uma significativa troca de olhares. Moreno, um pouco mais alto do que eu, com meus saltos dez. Passava de metro e oitenta, portanto. Caprichei na cruzada de pernas, quando sentei para esperar o seu chefe. Exibi o quanto pude minhas panturrilhas largas sem exagero. O efeito foi imediato, aparecia o joelho e um começo de coxas, que puseram Rodolfo, era este seu nome, preparado para a conquista, o que ele soube fazer muito bem. Começou oferecendo um café expresso, que ele mesmo preparou na máquina que havia no escritório. Para não parecer servil, fez uma xícara para ele também, e tomamos um delicioso café, que não foi servido pela secretária.
        Terminado o meu encontro com o seu superior, que examinou os documentos que havia pedido, prometeu ligar para mim logo que tivesse dado entrada nos papéis. Era um homem de mais idade, mas juro que percebi a rigidez do seu membro por baixo das calças, quando olhou boa parte dos meus seios enquanto eu procurava na bolsa um papel com anotação importante.
        Quando saí, Rodolfo dirigiu-se a mim com delicadeza.
        - Dona Vera, posso ligar para a sua casa se precisar de alguma informação?
        - Claro, Rodolfo. Anote. 
        - Obrigado, vai ficar tudo mais fácil.
        Ele me deu um aperto de mão prolongado, e eu respondi com um leve beijo na sua face, sentindo o cheiro discreto do sabão de barba que havia usado. Tinha sido habilidoso, o jovem doutor Rodolfo.
        Fui para casa, não precisei tomar outro banho, estava limpíssima, coloquei uma bermuda justa e uma camisa de algodão indonésio, quando o meu celular disparou. Era Rodolfo, eu havia esquecido um documento no escritório e ele se prontificou a trazer. Consenti, é claro, e fiquei esperando pelo melhor. Ele chegou, entregou o papel, e aceitou de bom grado o uísque que eu ofereci. Bebemos juntos, conversando alegremente, ele com os olhos cravados nas minhas pernas. Ao final do segundo uísque ele já as alisava e procurava tirar o paletó ao mesmo tempo. Corremos para o meu quarto, houve um acesso de tesão mútua forte demais, eu arranquei minha roupa e ajudei Rodolfo com o seu terno. Quando vimos, estávamos nos chupando deliciosamente, foi um acesso de loucura delicioso, e fiquei espantada com o pau avantajado do meu homem, seria difícil aguentar sem aquele caralho muito tempo. Senti com as mãos a dureza do bicho. Era um encontro de tarados!
        Rodolfo chupava minha boceta com fúria, e eu fazia o mesmo, até sentir um pequeno jato de porra.   Estávamos encharcados, eu sentei no seu pau e comecei a cavalgar furiosamente, enquanto ele apertava os biquinhos dos meus seios e falava no meu ouvido "chupa meu pau, minha putinha querida, vaiiiii, engole este caralho, ele é seu, todo seu, mama, quero esporrar", era o que eu estava fazendo, chupava o pau dele com a bocetinha. Ele me botou em pé e me mandou ficar de costas, penetrou até o fundo e começou uma foda que nunca tinha levado na vida. Sentia o fim do seu pau rasgando minha entrada, estava cheia de caralho, querendo mais, mais, maiiiissssss, berrava, estava agarrada pela cintura, completamente penetrada, sentindo o pau latejar na bocetinha, até que não me aguentei.
        - Me esporra! Vai, me enche de porra, gozaaaaaaaa na sua mulher, me dá seu leite, esporraaaaaaaa, veeemmm! Mete fundo, esporra!
        Havia perdido a noção das coisas, enquanto ele me esporrava igual a um fauno, deixando tudo cheio do seu leite, ameaçando me engravidar se eu não tomasse a pílula do dia seguinte. Fiquei mole, e desabei na cama, enquanto era coberta de carinhos e beijos do meu doce e ao mesmo tempo furioso amante.
        Foi quando descobri que meu destino era pecar.

domingo, 20 de março de 2016

Cidinha, recém casada e traindo

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Eu e Marli iriamos até o sitio somente para fazer o pagamento do caseiro e logo que chegamos tivemos uma grande surpresa, o nosso caseiro estava fazendo um churasco para seu irmão e familia.
Ele me pediu desculpas visitas e que iriam embora no dia sequinte, sem nos incomodar no final de semana.
Chamou a todos para nos apresentar em especial uma menina me chamou a atenção, Cidinha, morena novinha, com uma carinha de criança. Com um detalhe, uma aliança, casada.
O fato de eu ter traços orientais a dispertou curiosidades e ficou fazendo várias perguntas, meu caseiro com medo do incomôdo foi logo dizendo:
_ Cidinha deixa o homem em paz, chega de pergunta.
A nossa conversa acabou por aí, não podia deixar de escapar esta oportunidade, pedi que ficassem até o final de semana para conhece lo melhor. O que foi prontamente aceito.
Retornamos logo no sábado e lá estavam todos a nossa espera, meu caseiro havia preparado o almoço e fizemos a refeição com toda a sua familia, ao meu lado a Cidinha, a minha esposa ( LIBERAL ) deu logo uma desculpa e foi para a sede, eu pergunto ao caseiro como ficou toda a cerca da propriedade e as plantas e fiz o convite para Cidinha conhecer toda a propriedade.
Saímos para o fundo do Sítio e numa passagem sobre um barranco e outro dei a mão para que não caisse, assim que atravessamos ela passou o braço entre os meus e disse que daquele geito era mais seguro.
Chegamos no final da propriedade, a encostei em uma palmeira e disse a ela:
_ Agora estamos somente nós, longe dos olhares de todos.
Trocamos longos beijos, ela estava com um minusculo short e um top, que logo já estava pendurado em um dos galhos e eu mamava aquele peitos,ainda tinhamos o medo de ser surpreendidos. Mas era tanto tesão que ela desceu seu short até a altura do joelho e se colocou de costa, era o convite que esperava, a pequei pela cintura e fui colocando todo o meu cacete para dentro e bombando, não demoramos muito e já estavamos gozando juntos, a minha porra escorria em sua coxas.
Retornamos para a casa, assim que entrei fui contar tudo para a minha esposa, ela ficou indignada por não ter tirado uma foto para lhe mostrar.
Mas deixou um plano, retornou para Belo Horizonte, deixando a casa para mim e Cidinha, é claro que deu uma fugidinha e transamos mais a vontade em nossa cama, essa relato no próximo conto.
Retornamos para o fundo do sítio para tirar essas fotos e satisfazer as vontades da minha esposa.

O colega do Curso me enganou e me fodeu

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olá queridos e queridas espero que goste.
Onde trabalho tem sempre cursos de formação continuada e um dia destes ai a coordenadora do curso chegou no meu local de trabalho me convocando a participar de uma formação.Fui no dia marcado para iniciarmos o curso chegando lá vi um colega o José que mora no mesmo município que eu e que alguns anos fomos amigos de trabalho na mesma empresa e neste tempo dava em cima de mim o tempo todo mas nunca dei bola.
O José conhece meu esposo eu e sabe que ele passa muito tempo viajando sem vim em casa.Bom   e neste curso tem um trabalho final e era em dupla e as duplas tinha que ser do mesmo município e ai ficamos para fazer o trabalho juntos, o José perguntou se eu podia fazer o trabalho na casa dele manhã ,as 19:00 agentes estuda e faz o trabalho final eu disse que sim chegando lá a esposa dele estava de saída para ir fazer as compras de supermercado para o mês e levou o filho com ela para não nos atrapalhar, bem começamos a fazer o trabalho ele pediu para eu digitar no computador dele e ele pesquisava no meu e assim foi e ao abri a pagina vi umas fotos dele pelado, fiquei nervosa, pois a tempo não tinha feito sexo e estava tentando sair e ele viu e deu um riso safado ele, perguntou ficou nervosa porque? não gostou ? Eu disse você fez de propósito seu safado e ele veio para perto de mim e disse veja ao bem o e tirou o pau bem na minha cara e disse sei que faz tempo que nem vi e que nem come e sei que esta com fome." pra mim a maioria dos paus é lindo", lisinho e moreninho uiiiiiiiii e disse vai deixar passar esta oportunidade negra e minha boceta ficou piscando de tesão ele colocou a mão na minha pepeca e estava toda molhada e disse ela não mente e eu disse eu quero dentro de mim ali na sala mesmo ele me fodeu a boceta   eu gozei gostoso e ele me pediu para eu chupar seu pau e eu prontamente fui e ele anunciou o gozo e em seguida gozou na minha boca e disse engole pois não podemos sujar a sala e percebi pelo gozo dele que ele também não tinha feito sexo a alguns dias . Nem terminamos o trabalho fui pra casa antes que a esposa dele voltassee marcamos para outro dia para terminamos.

Meu policial gato do Badoo

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olá queridos sempre fui louca para fazer sexo com um policial e um dia a tarde eu estava no trabalho e estava muito quente e de repente estava com muito tesão e tive a ideia de me masturbar e desta forma a procura videos pornográficos para assistir na web, abri o meu face, o Badoo. Para o fim da minha procura um rapaz começou a conversar comigo o Sidney policial e a conversa foi esquentando ate ele me fazer ficar mais louca de tesão, dai descobri que ele morava na cidade próxima a minha, marcamos um encontro no estacionamento do shoping no fim da tarde e que estaria estacionado no carro de cor vermelho e vestido de policial.
Fui para casa me arrumar para ir a faculdade e nesta ida iria me encontrar com o Sidney e muito nervosa cheguei ao nosso encontro as 18:20 da noite e ao chegar dei um toque no celular e fui ao encontro do carro vermelho nos conhecemos e nos beijamos beijos jamais esquecido nem por mim e nem por ele nossos beijos quentes parecia se encontrar em seguida fomos ao motel Caribe eu nunca tinha ido a um motel e pra mim foi muito bom no caminho vi a pica do policial linda branquinha e rosada que coisa linda fiquei louca comecei a acariciar e a chupar a cabecinha da pica rosada e saborrosa no carro mesmo e ele conduzindo o carro cada parada do sinal nos beijava, assim passou meu nervosismo e ao chegar no motel ele tirou minha roupa com muita calma beijou eu corpo e me chupou da forma que eu desejava mordiscava meu grelinho e chupava e enviava aquela língua quente na minha bocetinha eu gemia aeeeeeee gozei na boca dele com muito tesão e depois eu pedi para fazer uns carinhos na pica dele e comecei a passar a ponta da linga pincelando e depois no movimento de vai e vem e ele gemia me chamando minha morena gostosa chupa vai uiiiiiii fico exitada só de lembrar depois eu implorava para ele foder minha bocetinha fizemos um papai e mamãe se beijando e depois ele me pede para eu ficar de 4 e de prontidão fiquei ele enfiou no meu cúzinho que ardeu um pouquinho, ele bombava forte e eu acabei gemendo naquela pica rosada e gemia muito assim "fode gatinho!! fode enfia mais. Estava muito gostoso, ele gozou no meu cúzinho. Tomamos um banho relaxamos um pouco em uma boa conversa nos conhecemos um pouco mais e voltamos a trepar agora eu cavalguei feito uma vadia no cio e ele estava amando pois acariciava meu seio e demostrava esta co fome de mamar meus seio e logo logo saciei ele dei de mamar aquele policial gato e me virei cavalguei de costa e ele me fodia o cu com os dedos gozamos junto e tomamos banho e depois me deixou na faculdade e depois desta noite de prazer nos encontramos algumas vezes.    conto mais depois....

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Comi a coleguinha gorda por aposta.me apaixonei e dai

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Em minhas aventuras anteriores relatei diverças mas essa foi em comum eu e meus colegas fizemos uma aposta quem pegaria a coleguinha gorda eu bem safado ja fui sedusindona ela.com elogios e presentinho eu nao tava disposto a comela mais surgiu um trabalho em grupo chamei para participar do grupo eu e a gorda e mais 3 se reunimos na casa dela ela morava com a mae gorda .entramos converçamos uns 30 minutos mais ou menos quando tiago meu colega começou a falar de sexo fiquei envergonhado ja que estava as duas presente na sala .os meu 3 amigos começaram a se comportar estranho um se esfregava na mae da gorda e disia umas coisas sem nossa que se ela quisese macho teria 4 a disposiçao ela se sentiu ofendida e mandou nós irmos em bora mas meus amigos agararam as duas e começaram a beijalas elas gritavam mas ninguem escutavam eu desidi nao participar mas tiago tirou a causinha da minha colega e começou a chupar enlouqueci e mandei ele parar e disse deixa eu fode essa gorda perante a aposta atolei na buceta dela que delicia era larga e lisinha adorei fiz ela gemer sua mae nessa ora ja nao falava mais nada tinha um penis na boca um no cu e outro na buceta arombemos as duas de forma que ja estavam consentindo com a situaçao imposta a elas virei o comedor das duas por 2 anos fudi direto a buceta das 2 toda noite

Esposa fazendo putaria com amigos da faculdade

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Oi galera, esse é meu segundo conto! o que vou relatar aconteceu a pouco mais de 1 mes.Me chamo rodrigo e sou casado há dois anos com raquel, uma morena de seios fartos e bumbum redondo! é personal trainer em academias e faz faculdade de educação física, e é nesse ponto que a coisa começa.
Desde que começou a faculdade notei algumas coisas estranhas, recados insinuantes de amigos e umas sumidas durante o dia, desconfiei e fui investigar. Sou professor e de vez em quando sou chamado pra dar palestras em cidades próximas e numa dessas viagens acabei voltando um dia antes do planejado, quando cheguei em casa por volta de 10 da noite não encontrei minha esposa, como suspeitava que ela estaria na farra, saí de casa com minha mala e fui pra um hotel, pensei em aproveitar que ninguém tinha me visto chegar e cair na farra tambem. Soube pelo taxista que tava rolando uma festa feita pelo pessoal da faculdade da minha mulher, festa que se chamava "noite do book rosa", na hora percebi que iria pegá-la no flagra.
Quando cheguei de taxi na porta da festa, tive minha primeira surpresa,a festa era em uma casa de swing, não estava lotado mas tinha gente o suficiente p encher o local. Depois de entrar tive minha segunda surpresa, todas as mulheres vestiam apenas lingerie e os homens cueca box e máscara estilo don juan,não demorou e avistei a raquel, usando corpete,uma calcinha micro e meias com fita liga, tava fazendo uma dança de colo num amigo da sala dela. Me sentei numa mesa distante da pista de dança onde ocorria a bandalhera,pedi uma bebida e fiquei vendo o show da piranha da minha mulher de início ela tava só sentada se esfregando no cara até que outra menina se aproximou e catou ela e o cara pelas mãos e foram em direção ao quarto dos casais,quando vi que eles tinham se retirado tratei de ir atras,cheguei a porta do quarto que não tinha exatamente uma porta, era separado por uma cortina branca meio transparente, qualquer pessoa de fora conseguiria ver o que acontecia lá dentro,de início fiquei parado olhando de fora e aí foi minha maior surpresa, o cara deitou sem cueca,o pau do cara não era grande mas era bem grosso, não me atordoei com isso por que o meu é bem grande, o foda foi que ela e a outra começaram a chupar ao mesmo tempo e ainda se beijavam, depois de um tempo a outra menina tirou toda a roupa e sentou na cara do rapaz, descobri depois que era a isadora e o cara se chamava renan, ambos da faculdade.Continuando, não demorou e raquel tirou a calcinha e sentou na rola, gemendo como uma putinha, a essa altura eu já tava pra entrar ali e descer a porrada em todo mundo, de repente o cara levanta e manda as duas ficarem de quatro, confesso que achei excitante ver aquelas duas de bunda arrebitada se beijando enquanto o renan pincelava a buceta de uma e de outra alternadamente, deixando as dual loucas, daí minha mulher falou, enfia logo que não to mais aguentando e o cara meteu com força e ela gritava,falava palavrões e rebolava. quando ele trocou de rabo e foi comer a isadora, a raquel foi procurar alguma coisa na bolsa, vi quando ela pegou o celular e enviou um sms pra outro cara que tava na festa, soube disso por que logo em seguida chegou o tal outro cara, ele passou por mim na entrada do quarto e foi perguntando foi aqui que pediram rola extra? raquel prontamente respondeu aki mesmo, não quero ficar de buceta vazia, o cara tirou a pica nem esperou ela se calar, foi logo enfiando na garganta dela, ela chupou a jeba do cara com maestria e pra terminar de estragar a minha noite o renan se enfiou embaixo dela, atolou o pau buceta dela e começou a fazer ela cavalgar enquanto chupava o outro,tive um momento de devaneio pois não conseguia acreditar que a raquel fosse tão puta, depois de um tempo nessa posição quando dei por mim ela estava de novo de quatro dessa vez chupando o renan enquanto o cara atrás dela empurrava a cabeça do pau no cuzinho, ela quase chorava mas não parava de rebolar,passaram-se uns minutos e o cara gozou no cu da raquel, daí o renan se posicionou atras e comeu aquele cu cheio de porrado outro cara, nisso a isadora que ficou boa parte do tempo só olhando voltou a chupar a rola dos dois.Os quatro ainda ficaram na putaria,se agarrando mandando as duas chuparem uma a outra, até que se levantaram e voltaram pra festa, eu saí de fininho e voltei pra mesa onde tinha sentado, fikei umas duas horas digerindo tudo akilo, quando voltei pro hotel achei o canhoto do ingresso, e guardei.quando fui pra casa no dia seguinte, parecia que nada tinha acontecido, depois e uns dias deixei o canhoto do ingresso no bolso de uma camisa, sabendo que ela iria encontrar,ela achou o ingresso e foi me perguntar como eu tinha aquilo, falei que tinha voltado um dia antes e fui pra festa, ela ficou estática, pálida como um doente. quando ela quis falar eu interrompi e agradeci pelo pornô ao vivo, desde então eu comecei a dar minhas escapadas, inclusive até iniciei um caso com a minha cunhada, quando raquel tenta falar alguma coisa, eu respondo você teve o que mereceu!

Casada,3 meses de pica

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Me chamo Bianca,sou do RJ,sou casada há 10 anos,tenho 38 anos,me acho uma mulher normalíssima,branca,loirinha,pernas grossas,tenho filhos,mas me cuido, dou umacaminhadas,gosto de pedalar,enfim.Amo meu marido,ele tem 43 anos é bom de cama,nos damos muito bem neste requisito,porem não posso deixar essa loucura/aventura passar em branco.Trabalho numa ONG e tive que viajar para o interior da Bahia.A princípio iria ficar 15 dias,porém nosso trabalho foi estendido para 3 meses,porém com folga todo final de semana,com passagem paga pra ver a família no Rj.
Nesta ONG trabalhavam umas 40 pessoas e, entre elas, um negro alto que era o motorista e fazia tudo um pouco.Fui logo informada por outras mulheres de sua fama de pegador,que logo tratei de abafar,pois era bem casada.Enfim o tempo foi passando e ele sempre me levava em casa,pois saía as vezes tarde e acabei alugando uma pequena casa para passar este tempo por lá e, nossa confiança ficou cada vez maior,ele era simpático,alegre.Sentia muita falta do meu marido e lógico de sexo....depois de um tempo na seca,estava subindo pelas paredes e foi numa destas que ele se aproveitou.Sai tarde e ficamos presos num engarrafamento na estrada e nosso papo acabou chegando no sexo....e ele me perguntou como aguentava ficar lá sem....ri e disse que era difícil,mas fazer o que ? ele foi me perguntando várias coisas e comecei a ficar excitada com o papo....mas não deixei transparecer....até que num determinado momento ele me pediu um beijo....fiquei surpresa e relutei,disse que era casada,que não era legal enfim....mas ele insistente me pediu outro...e outro...estava na seca a quase um mês....e pensei pq não ? cedi e ele me beijou..pqp...que beijo maravilhoso....seus lábios carnudos me molharam na hora....tentei ainda flar algo,mas não parava de beijá-lo....eu tava de vestido e suas mãos começaram a percorrer minhas coxas....em segundos tava com a mão na minha bunda...passando com muito carinho....eu tava molhada muito aliás...antes de chegar na minha casa ele parou numa rua mais deserta e começamos um amasso daqueles....suas mãos percorriam minhas coxas...chegaram nas costas e me arrepiei toda...ele sentiu e colocou uma alcinha do meu vestido pra baixo....depois outra e começou a chupar,lamber e mordiscar meus seios...que davam sinais de puro tesão...eu pequenininha e ele grandão me pegou por baixo e me colocou no seu colo....fiquei receosa,mas a rua era completamente deserta...comecei a rebolar no seu pau ainda por dentro da calça....ele passava a mão na minha bunda e foi chegando minha calcinha pro lado...e foi colocando o pau pra fora...qdo vi era um colosso preto com uma cabeçona....que chegava na minha barriga fácil...dei um grito disse que não iria aguentar....mas ele me levantou e encaixou na minha portinha....fui sendo aberta por aquilo...e mesmo encharcada doeu....cada cm me fez gozar....tive um orgasmo lento e fantástico...ele deitou um pouco o banco e seu pau desceu todo....entrou tudo e eu não sabia como ....comecei a rebolar e subir nele....nos beijamos e gozei novamente....ele me pediu pra ira pra minha casa....fiquei com medo,mas qria aquilo também....abri a porta da casa e tirei minha calcinha ali mesmo e pulei nele...parecia uma adolescente...querendo pica....ele tirou a roupa e pude ver o que tinha pela frente...tentei mamar mas não cabia....comecei a lamber como um grande sorvetão...ele gemia....ele me levou pra sofá e me abriu e veio forte....so vai os lábios de minha buceta entrar e sair....segurei na sua bunda e empurravam mais e mais....estava em extase...e aberta pra ele...ele me levantou e em pé não deixando o pau sair, me segurou e pulei nele sem parar..até quase desmaiar....me levou pra cama e me fudeu muito....qdo fiquei de 4 quase não aguentei....ele meteu muito...deu uma gozada que nunca imaginei alguém ter....como saia porra daquele pau....ele me comeu até tarde....de ladinho....de 4....de todas as formas....tinha esquecido de ligar pro meu marido...só o fiz pela manha,pedi desculpas e disse que tinha chegado tarde do trabalho...a partir dali ele me comeu quase todos os dias....viciei nele rs....cheguei a desmarcar uma viagem de final de semana pra ver meu marido pra ficar la....e levar pica sábado e domingo...no sábado tava enterrada nele e meu marido ligou.....fiquei um tempo falando e levando pica...no sofá sentada nele,ele lambendo meus seios e eu descendo na jeba....e meu marido contando histórias do trabalho...foram 3 meses de sexo.A ong partiu e eu também....porém ele já veio ao RJ pra me comer

Passeio de barco com a cunhada

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Eu contei no último conto que flagrei minha esposa numa suruba como s amigos da faculdade, e a partir daí virei um pegador!
Bom,sou rodrigo vou falar d a minha primeira transa com minha cunhada.
Minha cunhada chama evelin, e é uma magrinha do tipo modelo, loirinha, seios pequenos e bundinha pequena e redonda. Eu já tinha reparado que ela as vezes me secava e outras vezes fazia questão de andar em casa só de babydoll sem calcinha e sem sutian, eu nunca tinha feito nada por que até então eu era fiel, mas depois que descobri a traição da minha mulher, comecei a arquitetar como iria pegar minha cunhada!
Aqui vai a história, tenho um barco que uso pra pescar nos fins de semana, e numa dessas aproveitei que raquel(esposa) estaria viajando e chamei um amigo, ele recusou e acabei tendo que ir só, quando cheguei na marina pra pegar o barco meu cel toca e era minha cunhada perguntando se poderia ir comigo, prontamente disse que sim com a condição de que ela colocasse um micro bikini,ela rio ao telefone mas não disse nada.
Fiquei esperando coisa de meia hora até que ela chegou, vestida normalmente, olhei pra ela e perguntei do bikini, ela respondeu tá na bolsa, vou vestir depois,não podia entrar nele em casa minha mãe ía ver.
zarpamos depois de chegar no local onde costumo pescar, um afluente do rio distante de movimento e barulho, ela tirou a roupa na minha frente e começou a vestir o tal bikini, quase enfartei, a visão dakela bucetinha com poucos pelos loirinhos me deixou doido, o bikini era dakeles comprados em sex shop, micro mesmo, a parte de baixo era de fiozinho e era tão estreito que dava p ver os lábios da vagina dela querendo saltar pelos lados, a parte de cima era cortininha, cobria mal os mamilos.
Ela deitou na proa e pediu pra passar bronzeador nela, quando comecei a passar a mão nela,meu pau logo deu sinal de vida, sentei ao lado dela e fui passando o óleo pelas costas descendo pela bundinha dela até chegar nas coxas pelo lado de dentro,depois ela virou de barriga pra cima e fui passando na barriga, ombros e pernas,quando passei a mão de leve pela virilha ela fechou os olhos e mordeu os lábios, não me contive, comecei a esfregar o grelo dela primeiro por cima do bikini e depois inserindo meu dedo pelo lado, ela respirou fundo e começou a dar uns gemidinhos, esperei até que ela fechasse os olhos de novo e comecei a dar uns beijinhos ela se espantou e eu falei pra ela relaxar que iria gostar, ela me disse nunca ter sido chupada antes e aproveitei, comecei a chupar com vontade, enfiando minha língua até onde dava, de vez em quando dava uma descida e passava a língua no cuzinho, foi meio difícil por que o bikini atrapalhava,depois de um tempo com a boca na buceta dela, ela gozou, não esperei ela se recompor, desamarrei a parte de baixo e sentei entre as pernas dela, pincelando aquela grutinha melada, ela pediu pra ir devagar pois só tinha transado poucas vezes com o ex namorado que nem tinha uma rola grande, segundo ela! depois que a metade entrou, comecei a bombar devagar e fui aumentando o ritmo,quando ela começou a gemer, apertei os seios dela por dentro do bikini, a buceta dela era realmente apertada, não demorou muito e gozei na barriga dela, ficamos deitados abraçados por um tempo, ela se levantou e pulou na água só com a parte de cima do bikini, ficamos dando uns amassos na água até que meu pau endureceu de novo,voltamos pro barco pro segundo round, posicionei ela de quatro na cadeira, com os braços no encosto e a bundinha virada pra mim e mais uma vez chupei com vontade, indo da buceta ao cuzinho, aí veio a melhor coisa, toda vez que eu tocava o cuzinho dela ela dava uma tremida,pensei comigo, ela gosta de dar o rabinho, enfiei na boceta que já tava molhada e alcancei o óleo bronzeador no banco do lado, derramei em cima da bundinha dela e fui espalhando até chegar no rego, quando ficou bem melado comecei a passar a cabeça bem de leve, ela me olhou por cima do ombro e disse aí não por favor, fingi que não tinha escutado, forcei um pouco mas ela tentou escapar, empurrei o peito dela contra o encosto da cadeira e empurrei o pau pra dentro de novo, dessa vez passou a cabeça, e ela deu um grito de dor, segurei ela pelos braços e empurrei tudo ela tentou espernear mas segurei os braços na costa dela com uma mão e a bunda com a outra, a sensação daquele anel apertando meu pau é indescritivel, quando ela acostumou comecei a bombar mais forte,tentei me segurar pra não gozar mas não teve jeito, gozei rios de porra no rabo da minha cunhada, depois de transar a gente ficou conversando até quase a hora de vir embora. hoje a gente se encontra pelo menos uma vez por semana pra dar umazinha!
Até a próxima gente!

Eu minha amiga e o marido dela!

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Oi pessoal vou contar para vcs algo que me aconteceu a algumas semanas.
Adoro me exibir tenho um corpo maravilhoso e adoro mostra ló 
fui passar alguns dias na casa de uma amiga aqui no interior de são paulo mora ela e o marido ela é bem bonita, gostosa tanto quanto eu e também loira e o marido nossa que moreno de tirar o fogo.
Lógico que ao chegar lá estava tentando me comportar uma tarde eu estava entediada ela havia saído o marido também e eu procurei algo para fazer morrendo te tesão a alguns dias já então entrei na net e procurei alguém para conversar adoro ficar conversando de sexo pelo bate papo e nisso não aguentei eu estava de saia tirei a calcinha e comecei ali a me acariciar apertando meus peitos e alisando minha bucetinha a porta do quarto estava aberta e nem me preocupei de fecha tava morrendo de tesão quando olho novamente para porta vejo aquele lindo moreno acariciando seu pau ai que delicia levei um susto e logo fui me levantando e ele disse calma só tem a gente aqui continua eu fiquei que nem estátua ele entro no quarto puxou a minha saia ali mesmo na cama e começou a me chupar bem gostoso ai como ele enfiava aquela língua muito delicia ele fez eu gosar bem gostoso e saiu. 
De noite jantamos eu minha amiga e ele e não sabia que reação ter ai mais foi tão bom. De madrugada acordei com um barulho e era os dois transando nossa fiquei ali só imaginado morrendo de tesão me masturbando querendo tá com os dois e ela falava vai mete, me bem gotoso. no outro dia quando estávamos só eu e a minha amiga ela puxou um papo sobre fetiche e disse que gostaria de transar ela o marido e outra mulher que eles já tinham ate conversado sobre isso e perguntou o que eu achava eu disse que era bem diferente mas louca para dizer vamos tentar,e ela continuo puxando assunto ate que ele chegou e ela chamou ele e falou do que estávamos conversando, e ela disse: a ele me contou o que aconteceu entre vocês não se preocupa não somos super liberais haha quase morri quando ela disse isso e assim foi conversa vai conversa vem ate que ela veio bem perto de mim e pegou nos meu peitos e disse nossa são bem gostosos e começou a aperta Los e o marido só olhando já louco de tesão e nos começamos a se pegar ali na sala ela me beijando e eu beijando ela, ai fomos chupar o marido dela nossa ele batia aquele pau grosso gostoso na nossa cara uma enfiava na boca de pois a outra,enquanto ele comia meu cuzinho eu chupava a buceta dela e assim foi nos três maravilhoso nos outros dias passei a me exibir andar sem calcinha tomar banho de porta aberta tudo para eles verem minha bucetinha e meu cuzinho e ficarem loucos de tesão e foram varias transas ate eu vir embora foi isso pessoal esperam que tenho gostado do meu conto homens sintam se chupados por mim quando lerem e mulheres também!

Um Banheiro Gozado

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Quarta-Feira 5 horas da manhã e eu acordo todo gozado por causa de um sonho louco que eu estava tendo com minha namorada. levanto e pego no meu pau todo gozado e vou para o banho, pois tenho que ir a aula ver a gostosa dos meus sonhos.
Chego na escola e ela já me recebe com um puta beijo que deixa meu pau durinho, chupando minha língua, meu pescoço, colocando a língua bem fundo na minha boca, melhor beijo.
A escola esta meio vazia, pois era um dia chuvoso e as pessoas feitas de açúcar não foram - isso não é uma reclamação, muito pelo ao contrario.
Quarta aula e minha namorada me arrasta para o banheiro feminino, me puxa para dentro de uma capine e começa a se despi e eu olhando tudo aquilo e pensando " vou sair pai daqui hoje!!!", ela fica completamente nua e começa a beijar meu rosto e vai descendo pelo pescoço chegando no peito... vai tirando minha blusa enquanto eu aperto os seios dela fazendo-a gemer baixinho. Ela para de me beijar e senta em cima do vaso sanitário, pedi para mim se aproximar dela e vai abrindo minha calça em euforia total, quase rasgando minha calça, estou sem cueca, então meu pau já fica a vista logo de cara. Ela começa a dar beijinhos no meu pau todo e aos poucos vai passando a língua e colocando-o na boca, ela cospe nele e vai me masturbando intensamente. 
Eu começo a ficar com a respiração pesada e ela a gemer mais alto, eu puxo o cabelo dela para baixo deixando-a em uma posição muito gostosa de se olhar. Ela começa a fazer um oral maravilhoso e eu falado bobagens no ouvido dela deixando-a molhada, muito molhada. 
Meus... não me contenho e tiro minha calça de vez, luxo ela e a beijo intensamente fazendo-a me sentir, sentir o calor do meu pau que já esta duro a um tempo, pego-a no colo e meto meu pau nela, naquela bucetinha rosadinha dela, tão fofinha e bonita. Mas meto mesmo ela começa gemer alto e o banheiro vai deixando tudo em um eco enorme..
Ela arranha minhas costas deixando toda vermelha, machucada e ardendo pra caramba! Mas quem senti isso quando esta metendo como louco... 
Brinco com o cuzinho dela para dar um "power" a mais, aperto e bato tanto na bunda gostosa dela que fica toda marcada, as costas dela também toda marcada e seu corpo todo chupado e molhado. Ela fica toda suada e seus gemidos ficam cada vez mais altos ao mesmo tempo que vai me apertando, me mordendo, puxando meu cabelo com sua loucura.. gritando " mete, mete, mete mais!!"

Tia Safada

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Bom, por muito tempo eu ficava com uma amigada da minha tia, só que eu percebia algo estranho nela, acho que por que a amiga dela falava de nos pra ela. 
Certo dia fomos em uma festa, minha tia começou a beber, consequentemente ficou alterada, com isso revolvi levar ela pra minha casa, chegando lá dei banho nela e ela deitou, na madrugada ela começou a pegar no meu lado, e deitar em cima, começamos a transar, no outro dia ela me perguntou o que aconteceu, eu falei que trasamos e ela não acreditou. No mesmo dia, eu tava tomando banho, quando ela entra no banheiro e entra no banho comigo, não teve outra, ela começou aa chupar minha pica pedia pra bater nela, gozei na cara dela, fomos pró quarto, comecei a lamber ela todinha até ela diEr que ia gozar, quando ela gozou pediu pra eu comer sua Bundinha, quando eu fui botando ela não aguentou, disse que tava doendo, com muita calma fui colocando devagar quando meu pau entrou todo, ela começou a gemer e não demorou muito eu e ela gozamos ao mesmo tempo..trasamos sempre que da ..

Tequileiro gostoso da fazenda (meu dono)

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Lá pelas 22:00 Sophia já se encontrava sem esperanças de se divertir naquela festa. Fazenda, frio, vento, realmente não estava ajudando. Seus amigos tentavam sem sucesso lhe fazer sorrir, mas raramente acontecia.
Sentada em um banco de madeira um pouco afastada da festa se viu observando o tequileiro que fazia manobras ousadas e servia a bebida distribuindo sorrisos, aliás um sorriso lindo e iluminado.
Pouco tempo depois começou um grande alvoroço entre as mulheres da festa, o tal homem realizava uma espécie de dança sensual enquanto servia a bebida na boca de cada uma, as levando ao delírio. Algumas se aproveitavam para tocar em seu corpo e tentar beijá-lo, mas ele contornava bem a situação.
Se esqueceu um pouco dele, mas ao olhar na direção da festa percebeu que ele a olhava discretamente, mas ao mesmo tempo deixando-a constrangida, que retribuiu aquele lindo sorriso.
_Boa noite! Vim lhe trazer uma dose de tequila, deve estar com frio!
_Muito obrigada! Realmente está bem frio!- e deu um longo gole.
_Qual é mesmo seu nome?
_Sophia!
_Muito prazer, me chamo Dante!
Involuntariamente o beijo no rosto deu lugar a um beijo no pescoço, o que fez Sophia se assustar, mas não ofereceu resistência. As mãos de Dante percorriam suas coxas e a puxava para mais junto de seu corpo.
_Vem comigo Sophia, quero te mostrar algo.
Não muito longe dali, atrás de alguns carros estacionados eles já se encontravam em um beijo ardente, os toques eram ousados e safados.
_Mas o que queria me mostrar Dante?- dizia quase sussurrando.
_Na verdade você que irá me mostrar!
Ainda sem entender, mas envolvida pela situação ela viu sua blusa ser tirada, expondo seu corpo ao vento frio, o que lhe causou arrepios. Em seguida seu sutiã já se encontrava no chão e a boca de Dante sugando seus seios de forma desesperada. Ela gemia e se contorcia sentindo seu corpo esquentar.
_Ai Dante não faz isso, vai aparecer alguém.
_Você ainda não viu nada! Tira sua calça!
_Não, eu não posso...
_Eu não estou pedindo Sophia.
Ele tinha um olhar firme e ousado enquanto ela tirava a calça ficando com uma calcinha minúscula.
_Nossa, que delícia. Adivinhou que eu ia te devorar hoje?
_Acho que estava fora de mim quando aceitei vir pra cá com você! – na verdade ela estava com medo.
_Não! Vira de costas, deixa eu ver essa bundinha gostosa!
Sophia se virou e ele arranhava de leve suas costas, e com a outra mão apertava sua cintura.
_Confessa que morreu de vontade de ser uma daquelas mulheres da roda em que eu servia a bebida. – dizia enquanto dava mordidas em sua orelha e roçando em seu corpo.
Sophia nada dizia, mas rebolava discretamente sentindo ele duro.
_Para de me torturar seu tarado! Tira logo essa calcinha e me fode bem gostoso!
_Hmmm! Não costumo obedecer ordens! – disse enquanto tirava a última peça de roupa que restava no corpo de Sophia.
Como ele imaginava ela estava ensopada, o que não dificultou que fosse invadida por dois dedos. Os dedos deram lugar a língua experiente de Dante, que parecia querer sugar até a última gota daquele melzinho que escorria de tanto desejo. Os gemidos de Sophia poderiam muito bem atrair curiosos, mas aquilo só a deixava com mais vontade.
_Aah Dante, quero gozar nessa língua gostosa.
Nesse instante ele parou o que estava fazendo, deixando-a frustrada.
_Ainda não minha putinha, você vai gozar, mas é de outro jeito!
_Aaah meu cuzinho não!
_Deixa eu brincar por aqui um pouquinho!
Dante sabia muito bem como enlouquecer Sophia. Sentia prazer vendo ela se contorcer toda vez que passava seu cacete duro na extensão desde sua bucetinha até o cuzinho ainda virgem.
_Que delícia! Fode sua putinha por favor!
Quanto mais ela pedia mais tortura recebia. Aos poucos ela foi sentindo uma dorzinha desconfortável e tentava fugir.
_Não! Sou virgem aí, vai doer!
_Sente meu pau comendo esse cuzinho gostoso... Diz que quer ser arrombada pelo tequileiro gostoso que você tanto cobiçou!
Quando estava tudo dentro ele parou e a mordia gostosamente no pescoço e uma de suas mãos dedilhava o grelinho que pulsava. Com isso ela começou a se mexer como sinal que queria mais.
_Agora que começou termina! Quero ver se você sabe algo além de servir bebidas!
Puxada pelos cabelos e gemendo de forma descontrolada Sophia acabou chamando a atenção de um casal que “namorava” não muito longe, e aos poucos ficaram bem próximos.
_Tá vendo putinha como você é indiscreta? Agora vamos ter platéia!
Ela não se importava, parecia estar fora de si, perdendo as contas de quantas vezes havia gozado e só sabia pedir para Dante ir mais rápido e com força. Apesar do frio ambos estavam suados.
_Toma cachorra! Que delícia esse cuzinho!
_Fode com força! Arromba sua puta!
_Vou te encher de porra sua safada!
Enquanto isso o casal assistia tudo parecendo não acreditar e prontos para fazer o mesmo.
E assim Dante gozou urrando de prazer. Exaustos observavam o casal bem próximo em um ritmo alucinante.
_Aaah seu cachorro que perigo isso! Tem gente vendo!
_Confessa que amou dar pro seu dono!
_Dono?
_A partir de agora você é minha, e eu vou me aproveitar desse corpo gostoso sempre que eu quiser!
_Mas eu nem aceitei!
_Você não tem que aceitar e sim obedecer! Me aguarde mais tarde!
Enquanto se vestia Sophia ainda tentava entender o que havia acontecido e o que estava por vir; mas com a certeza que queria ser dele e obedecer todas as ordens.